domingo, 26 de julho de 2026
Filha-Da-Puta Por Natureza
Fui Rejeitado. Isso Me Afeta?
Quando numa situação, por qualquer motivo ou razão, você sente a tal rejeição, podem haver duas possibilidades: ou você está muito ligada(o) nesse alguém que você gosta de paixão e admira pra c..., mas esse alguém não está nem aí com você; e essa rejeição lhe dá um mal estar danado - causando por um longo tempo um amargo na boca e uma tortura mental infinita - tanto, que até fica parecendo que não há mais solução para o caso e só o tempo poderá curar. Ou, então, por outro lado, mudando o ângulo de visão com o entendimento que a pessoa lhe quer sim, mas o que passou foi apenas um momento ruim e, obviamente, pensa até encontrar uma fórmula para que essa pessoa não a(o) rejeite mais. Com essa simples ação, agora você é alguém que tenta amadurecer enquanto ser humano para, enfim, entender melhor o que fazer com suas questões internas; essas mesmas que parecem incontroláveis e podem atrapalhar uma relação saudável com quem você gosta. Eu, sinceramente, espero que você esteja no segundo grupo, porque se você busca dentro de si uma solução para a situação de quem a(o) está rejeitando, aí sim, você poderá ter o seu valor reconhecido e, se essa pessoa gosta mesmo de você, ela virá atrás para nunca mais usar a estratégia de rejeitar por causa de bobagens ou de situações esdrúxulas que você ou ela criaram por não saberem lidar com diferenças. Eu sei que isso pode até parecer uma fórmula pronta muito simplória, mas com essas fórmulas prontas, que chegam do aprendizado de vida de cada um, o qual só se adquire durante décadas de vivência, é uma maneira de você não ser mais rejeitada(o) em sua vida. Sabe... É como ir desconstruindo e reconstruindo o seu conceito do que significa ser rejeitada(o). Na hora que você entender melhor isso nunca mais se deixará afetar por essas situações e nunca se colocará no papel inverso, o de incompreendida(o), para justificar uma ação sua de rejeitar alguém. E, com certeza, o seu modo agir e pensar será fundamental e muito importante, porque logo de saída a coisa funcionará se usar os recursos certos para não se deixar abalar e muito menos minar a confiança do outro em você, caso use dessas mesmas armas. Sabe por quê? Simples assim... A tal rejeição que você sente vindo do outro na verdade é um processo interno somente seu! E se acaso ele também sentir vindo de você, será só por conta dele. Então, não adianta querer mandar no desejo do outro, ou na vontade do outro, inventando artifícios para chamar atenção e fazer-se de vítima do amor, porque isso resultará, no final das contas, em muito pouca coisa ou em nada de lado a lado. Mas, quando você parar para pensar e se conscientizar que a sensação de rejeição nada mais é um fenômeno interno, os ponteiros vão se acertar. Sempre chegará a hora de parar e perguntar por que persiste o hábito horrível de transferência de culpa, em vez de olhar para dentro de si e tentar resolver antes de colocar tudo para fora em forma de agressão injusta ou indiferença. Eu não estou com isso querendo dizer que de fato o outro pode não ter culpa ao ter provocado uma situação limite, ou de simplesmente não lhe querer mais por ter acabado a admiração, o gostar, enfim.... E essa mesma situação podendo acontecer com você em relação a ele. Mas, sendo de um lado ou do outro, a pergunta é: por quê chegou a tal ponto? Chegou ao limite quando você passa a viver e sentir tudo como uma rejeição, já que só na sua cabeça a tal situação precisa ser vivida desta forma para justificar alguma estupidez ou falta de paciência, já que você não tem poder sobre o outro lhe querer, ou em deixar de lhe querer, seja pelo amor ou a falta dele. Essa sensação de impotência diante dos fatos incomoda pacas e dá um nervoso danado. Mas saiba que existe um filtro de como tudo isso entra em você. Na hora que souber lidar com esse filtro é que entenderá como ele faz bem e aí, sim, jamais tornará a sofrer da dor da rejeição e, de certa, também não fará alguém sofrer por seus atos. É certo que podemos até ter deixado de ser tão queridas(os) como antes, mas nunca rejeitadas(os), afinal, se o outro não quiser mesmo ceder, é por ter os motivos dele que nem sempre são claros para você. Pense nas vezes em que você não quis determinadas pessoas em sua vida, ou nas vezes que deixou de querer pessoas que até pareciam legais e muito amorosas com você. Nessas situações, muitas vezes, talvez nem teve nada a ver com outro, tinha, única e exclusivamente, a ver com você e o seu momento que não era bom consigo mesma(o). O fato é que o passar dos anos fez você mudar, o seu rosto mudou, o seu corpo mudou, os seus valores mudaram. Quem poderá dizer o por que você não ficou com uma pessoa ou por que foi uma escolha silenciosa dela não ficar mais com você? Acho em diversas situações ninguém tem essa resposta de forma convincente. Na verdade o que quer que seja pode ser tudo, menos manter-se indefinidamente na posição vitimista de rejeição para todos saberem e compartilharem e sentirem um pouco de dózinha de você. Então comece entendendo e aplicando, quando necessário, o seu conceito de altivez, esse mesmo, que a duras penas foi desenvolvido pela vida no interior da sua mente e do seu coração, para nunca mais se sentir desvalorizada(o) quando o outro não lhe quiser. Certo? Eita nóis... Olha aí a hora boa de você começar a repensar porque o seu valor sempre foi dado pelos outros e nunca por si mesma(o). Querer ou não, ser querida(o) ou não, tanto faz... Quando o outro diz: "Olha, vou desistir de você. Não tenho mais interesse. Você pensa muito diferente de mim. Não concordo com sua visão de mundo!". Se diante dessa situação você sente como se perdesse o chão e o seu valor, não se engane, o seu valor existe em si mesma(o).O outro não lhe querer não muda nada no seu valor, olha só que bela contradição temos aqui: Nem mesmo se o outro lhe quisesse faria de você alguém mais valiosa(o). É preciso aprender que o seu sentimento não é capaz de criar sentimento no outro, não é porque você deseja alguém que a pessoa vai lhe desejar automaticamente. Geralmente temos a fantasia que se eu amo eu vou ser amado. Mas se eu não for amado como imagino é porque estou sendo rejeitado. Isso me afeta? Será verdade mesmo que algo muda em mim? Será que você sempre quis, com a mesma intensidade de sentimento, o tempo todo, todas as pessoas que fizeram parte da sua vida amorosa no decorrer dos anos? Creio que seja óbvio que não. Pois, algumas pessoas podem querer outras por determinado tempo e esse tempo chega uma hora que se esgota, outras pessoas nem o mínimo de tempo têm ao lado de alguém. E isso não precisa ser um problema, nem precisa ser encarado como rejeição. Tudo faz parte da vida e de suas escolhas feitas dentro daquele momento de conveniência, do gostar, de sentir confiança e atração. Lendo tudo isso você poderá dizer: "Ah tá... Mas aqui no seu blog tem um texto recente que diz como se portar em encontros para passar boa impressão e não ser rejeitado e assim seduzir as pessoas". Acontece que os argumentos que eu coloco naquele texto só farão sentido e serão efetivos se o outro estiver na mesma vibe que você. O que estou tentando dizer aqui é que temos que fugir dessas pequenas armadilhas que criamos para nós mesmos.... Essa coisa de: "Me dê logo a resposta, porque eu tô sentindo muita dor. Aquela pessoa não me quer e me rejeitou. Não aguento isso, quero transformar a situação, quero desfazer o mal-feito. Preciso da fórmula para voltar tudo como era antes!". Saiba que somos absolutamente donos de tudo que pensamos e sentimos. Porque tudo o que se sente é uma interpretação interna do mundo externo, é tudo aquilo que o mundo nos envia e temos que filtrar. Caberá a você decidir se deixa ou não entrar, e assim encontrar as respostas para suas necessidades e frustrações imediatas. É preciso entender logo, antes que o seu tempo esgote, quem é você, quais são suas necessidades emocionais e capacidade de dar e receber amor e qual é a profundidade da sua essência amorosa. E, prioritariamente, quais são os seus valores e objetivos na vida perante a circunstância de ter alguém para compartilhar tudo o que vier. Ou será que, na realidade, você prefere não se modernizar, se adequar e crescer enquanto uma potência amorosa? É isso mesmo?... Então... Se a sua visão for de acreditar que tudo deve andar para frente, nunca mais permita que a realidade e atos dos outros entrem em você como uma rejeição, e nem rejeite alguém apenas por rejeitar, porque, aqueles fatos chatos que aconteceram, aquele desentendimento, aquela rusga, aquele tom agressivo cheio de insuportáveis contrariedades, poderão ser administrados e corrigidos simplesmente como um desencontro, um mero conflito momentâneo de personalidade que passa logo. E dessa forma a vida sempre segue. Uma hora alguém desencontra de você e outra hora você desencontra desse alguém. E nesse desencontro de ambos é o momento que se encontram mais ainda. E é por essas coisas que eu sempre digo: "Por esse novo olhar que chega de dentro para fora, ao receber o que é oferecido, faço dessa minha nova realidade a capacidade de ter o direito de jamais sentir rejeição ou rejeitar, já que o outro me entrega o que quiser entregar e eu recebo como quiser receber, e vice-versa. Pois, mesmo diante dessa circunstância aparentemente incontrolável de um momento ruim, vivo feliz. Assim vou tentando cada vez mais amadurecer como um ser humano melhor, tanto para mim e para os outros e, essencialmente, como sendo o único dono de mim mesmo.
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segunda-feira, 13 de julho de 2026
Uma Viagem Romântica 1
domingo, 12 de julho de 2026
Aconteceu em São Pedro
Acho que foi num shopping Center no centro de São Paulo que nos conhecemos. Eu pedi um café expresso, ela um capuchino – ou talvez ninguém tenha pedido nada e ficamos apenas conversando. De qualquer forma prefiro dizer que pedimos cafés e escolhemos uma mesa perto da janela. Logo fomos servidos e trocamos algumas palavras sorrindo – aquele tipo de sorriso misturado com insegurança e timidez.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Crises Podem Salvar Uma Relação Amorosa?
A relação está mesmo acabando ou é apenas uma crise qualquer? Olhando assim até parece bem fácil a resposta. Mas não é não. Aí você pensa: "Se eu não estou feliz é porque está acabando". Acontece que podem ter muitos motivos para uma relação estar em crise, inclusive muitas situações externas que nada tem a ver com um ou outro, mas que influenciam e fogem ao controle da relação do casal. Agora... Fazer a distinção entre se é uma crise dentro de você ou motivada pela pessoa que está com você, é muitas vezes quase impossível de descobrir ou admitir. Mas é bom tentar desvendar esses mistérios antes de sair tomando atitudes drásticas que fazem piorar bem mais do que melhorar qualquer relação. O mais engraçado (o que poderia ser visto até como trágico) é que, às vezes, você fica se perguntando: "Ai meu Deus será que o amor da gente acabou? Será que a gente realmente chegou ao fim por causa das coisas que falamos sem pensar um para o outro?". Pois é... Essa é uma pergunta justa, mas as crises nas relações nada tem a ver com a própria relação de entrega de um para outro, digo isso me referindo aos carinhos, ao sexo, a troca de gentilezas e as preocupações com o bem estar, tipo: se chegou direitinho ao destino... Às vezes a pessoa (que pode ser você ou quem você ama) está passando por um grande problema em casa ou no trabalho. Essa pessoa, que você tanto ama, acaba envolvida em algum grande problema com a família dela ou com alguém que é rebelde e não se ajusta e causa problemas dentro daquele ambiente de convívio da sua pessoa amada. Ou seja, há enes motivos para que crises pessoais, familiares ou profissionais se pareçam com crises na relação do casal. Então você se pergunta: "Como é que eu vou realmente saber que a minha relação não é como um barco furado que afunda aos poucos em alto mar?". Bem... Para saber isso vou inventar aqui um método com 3 perguntinhas básicas e tentar encontrar essas respostas com muita honestidade e transparência. Ok? Vamos lá...
A primeira pergunta em duas partes é a seguinte: Apesar de todas as dificuldades que a relação está passando existe reciprocidade? Você faz o possível para se doar e tenta atender as necessidades e expectativas do outro dando o seu melhor, e isto é retribuído independentemente se o outro está com dinheiro ou sem, ou se está de bom humor ou de mal humor? Então... Na minha visão, não importa a retribuição, ou se você se sente como alguém que sozinha empurrasse uma enorme pedra ladeira acima, aquele tipo de pedra que nem sequer rola com facilidade. Mas você imagina, que para o bem da situação, deve continuar empurrando essa pedra sem pensar se isso lhe faz bem ou mal. Mas, de repente, quando você olha ao lado repara que não é só você que está empurrando, os dois estão empurrando, mas cada um uma pedra diferente. Entendeu? A partir deste momento você poderá observar o seu comportamento e o comportamento do outro, e como é que isto se reverte nessa relação. Então, parando para perguntar: "Será que não deveríamos unir esforços numa única pedra ou seria melhor largar as duas pedras rolando morro abaixo e daquele ponto diante começar um esforço em conjunto sem mais pedra nenhuma, apenas em prol um do outro? É algo para pensar onde a resposta não parece nada difícil...
A segunda pergunta é: "O seu nível de expectativa nessa relação é real ou é fantasioso?". Eu acredito que, independentemente da resposta, o outro não pode dar aquilo que ele não tem. Ou seja, aquilo que você deseja receber não é o que ele não queira lhe dar, ele simplesmente não pode, por exemplo: fisicamente, financeiramente ou psicologicamente. Não adianta você reclamar que a pessoa nunca tem disponibilidade para viajar com você, ou tempo para ir em alguma a festa de amigos ou de família, ou assistir um amigo de longa data tocar guitarra num barzinho de Rock... Não significa que a pessoa não queira, significa que dentro dos limites dela, ela não pode. Aí você vira e diz: "Mas quando a gente começou era diferente...". Olha... Esqueça isso. Toda pessoa muda, assim como você também mudou. É preciso entender que ao longo da relação a pessoa vai mudando junto com as expectativas dela e das suas também. Em algum momento as tais expectativas que você tem começaram a não ser tão reais como antes, por exemplo: as expectativas sexuais. A medida que a gente vai tendo mais intimidade ou mesmo vai envelhecendo, aqueles rompantes sexuais tendem a desaparecer. Já não acontecem com tanta frequência ou com a mesma disposição física de antes. Então, novamente, o que você quer é o real de antes e, às vezes, o outro não consegue atingir a sua expectativa ou suprir o seu desejo, seja do prazer sexual ou outro tipo de realização. O acerto das coisas, como você queria, às vezes não combina com momento da outra pessoa, e isso não precisa ser motivo de crítica, sabe por quê? Porque entender as coisas e amadurecer é aprender, mesmo que esse aprendizado esbarre em obstáculos que parecem intransponíveis. Nem todo mundo aprendeu ou amadureceu na mesma velocidade, então, você acha que as expectativas que você tem são reais e são possíveis como antes. Nesse nível de pensamento você terá duas possibilidades de pensamento ruim, uma é: Sim! O nível de expectativa é real e o outro não atende porque ele não quer; a segunda: porque ele já não se interessa mais tanto por você. Eis aí um bom motivo para começar a pensar diferente na situação ou em seu comportamento na visão que tem da pessoa amada.
A terceira pergunta é: "A minha relação amorosa com essa pessoa tem que fazer de mim uma pessoa melhor?" Não! O outro não tem essa obrigação de atender a tudo que você pensa e fazer todos os seus gostos. Eu me refiro a esse tipo de pensamento que muita gente tem de dizer que o convívio com a pessoa amada pode tornar alguém mais satisfeita, mais amável ou o inverso, uma pessoa menos caridosa, afetivamente miserável e assim por diante... bem, se definitivamente é o inverso do que você espera, então o convívio com essa pessoa não está lhe tornando um ser humano melhor, principalmente se essa pessoa sempre tenta lhe diminuir ou minar a confiança que você deposita nela, incluindo a famosas ameaças de rompimento ou de partir, de morar em algum local distante ou em outra cidade, mesmo que seja de outro país tipo: Nova Iorque, Paris, Roma ou Tóquio.
Sabe gente... Têm coisas que parecem tão simples e poderiam ser resolvidas tão facilmente, mas temos o hábito de sempre estragar tudo em vez de dar espaço ao outro. Exemplo: Eu tenho um casal de amigos, ele é um cara muito chato, e bota chato nisso, ele é um chato de galocha e ele sabe que é chato. Têm horas que ele se torna insuportável, porém, é muito grato à esposa dele, porque quando ele está numa grande crise de chatice, a esposa faz que não se importa. Ela sai do ambiente e deixa que ele viva sozinho a chatice dele num canto. Isso faz dela um ser humano melhor. Porque à medida que ela faz isso, ela entende que não é com ela, que não tem nada a ver com ela e não se ofende, é sim com as feridas de vida que carrega e que já vem antes dela. Ele, recebendo esse espaço, começa a ser menos chato com ela, ainda que ele esteja emburrado com o fato que ela sai e volta. Mas, com isso, dá-se um novo fôlego para manter a relação num bom nível de sanidade para ambos. Aí, agora você deve estar se perguntando: Muito bem, eu percebi que a crise que a minha relação vem passando não é só uma crisezinha como desses exemplos toscos que você deu nesse texto bizarro, pois, no meu caso, tem a ver com outras coisas que estão ocorrendo, coisas que eu não admito de jeito nenhum e nem tenho controle sobre elas. Por isso, vejo o risco de acabar tudo logo, porque ao ler essas perguntas e respostas acho que vou mesmo morrer afogado no meio do mar, na solidão desse meu barquinho furado, já que diante de um monte de expectativas e perspectivas criadas, nós nunca nos sentamos e conversarmos sobre elas…E se a gente não conversa sobre essas coisas o barco afunda de verdade, como está acontecendo agora comigo… Pois então... Para finalizar a prosa eu digo e reafirmo: Enquanto há vida ainda há tempo para mudar. Quem se ama e ama o outro deve salvar esse amor, porque quando há amor ainda é possível salvar uma relação, mesmo que existam alguns conflitos ou defeitinhos de lado a lado.... Entendeu? Olha só que coisa curiosa que eu acabei de pensar... Já estou até vendo.... Sei que vai ter gente que vai botar assim no comentário: "Quando a gente desiste é porque o outro não respondia a nada que fosse importante. Aí, quando um não quer mais nada, o melhor mesmo é botar a viola no saco e tocar em outra fogueira, pois essa já se apagou e alguém está passando muito frio. E eu detesto passar frio! Ok. Posso dizer? Eu penso um pouco diferente, aliás, bem diferente. O mais legal seria chamar a pessoa amada, aquela escolhida com tanto sacrifício entre tantas oportunidades que surgiram e que já passaram, para dizer o seguinte: Olha isso! Olha essa foto da nossa relação dos últimos tempos. Nós estamos emburrados, quase chorando. Nós sabemos que nos magoamos muito um com o outro, muitas vezes por bobagens ou até coisas importantes que poderiam ser resolvidas com mais comunicação. Vamos fazer uma outra foto aonde a gente vai estar rindo muito, porque finalmente aprendemos a conversar e nos tolerar através do amor que nutrimos um pelo outro, que tal? Topa?
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terça-feira, 26 de maio de 2026
Poeira Nos Olhos
Subjetividade: limite do entendimento.
Em respostas imediatas: destino calculado.
Movimento estranho e cruel; sem data ou local.
Por um instante: poeira nos olhos.
Caminho inóspito com cheiro de folhagem.
Barreiras naturais: pedras, buracos..
Árdua caminhada; rumo perdido.
Viagem acidentada em dias sossegados.
Coração com escudo; armas empunhadas;
no olhar da verdade: revelações...
Sequência:
ato de hostilidade em defesa do nada.
Fatos de outra época: humilhação.
Punição:
fisionomia fechada, olhar altivo.
Pairou sob a luz da tarde:
uma estrada sem fim.
Pose irredutível; pensamento demorado...
Pausa mansa, tudo se foi devagar.
Persistiu:
raiz amarga no fundo do pensamento.
O coração colheu o chamado;
envenenado por mentiras e prazeres imediatos.
Excitação sexual: um belo sentir.
Cegueira e luta com ardor.
Cavando uma trincheira: suor escorrendo...
Propósito inglório; tudo ficando pior...
Satisfação atroz no sexo.
Sentimento bom: prazer pela desgraça.
Ações num disfarce,
momentos incontroláveis: medo.
Angústia: um ser confuso.
Doloroso demais, momento de desespero.
Atos diferentes do discurso.
Pedido de justiça: confronto de pensamentos.
Ideais descumpridos.
Insulto e desabafo.
Uma advertência!
Espelhos da vida destruídos.
Estilhaços: imagens perdidas no tempo;
um grande quebra-cabeça.
Falta de virtude: risada cínica.
Tempo de terror, frustração e dor.
O sentimento bom agonizou...
Um sorriso: defesa astuta.
Fatos desnudados: julgamento!
Timbre tosco, voz diferente:
caminho para loucura.
Fracasso!
O veneno do delito.
Culpa: uma mente doente.
Ferida incurável.
Morte lúcida.
Secura: poeira nos olhos.
Ultimo olhar: piedade.
Tempo: único apelo.
Palavras: juras falsas.
Recompondo o amor próprio:
grito de liberdade.
Livrando-se das culpas.
Justiça: momento de lucidez.
Coração bate normal: sanidade.
mofo na memória viva.
tudo perdido desde o principio.
Exílio!
Nada o que se possa alcançar:
mente turva.
Olhos em silêncio:
indagações no pensamento.
Momento de busca:
apenas um corpo.
Lamento: morte.
De joelhos:
uma imagem; pecados e omissões.
Tentando entender...
Cinzas: ausência.
Salvação: choro.
O resto dos dias.
Final de tudo.
Apodrece: a vida floresce.
Pensamento: poeira...
Olhos: para sempre cerrados...
Bruxas Existem!
Quem visse de perto aquela mulher, com os seus anos de estrada, dificilmente imaginaria que em outras épocas, - tempo de menos esclar...
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Foi numa quinta-feira, no inverno, fim de tarde de um dia de trabalho estressante, estava eu, confortavelmente sentado em minha poltron...
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Você se lembra dos beijos, toques e carinhos? Você se lembra da caminhada ao ar livre? Você se lembra do chafariz e da bi...
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Acho que foi num shopping Center no centro de São Paulo que nos conhecemos. Eu pedi um café expresso, ela um capuchino – ou talvez...
