quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O E-mail-Carta 1


      Revirando algumas coisas neste último final de semana, encontrei alguns escritos que recebi há alguns anos em forma de e-mail-carta - estava tudo como parte do meu arquivo pessoal numa pasta bem fechadinha entre revistas, livros e documentos. Naquela época eu tinha mania de imprimir e guardar o que achava importante para ler depois. Escolhi, entre as mais de 20 cartas daquele pacote, algumas para relembrar. Espero que gostem.      

    - Olá Re, tudo bem? Você um dia me falou que o melhor da vida é sempre viver o aqui e agora. Lembrei-me das suas palavras quando comecei escrever este e-mail. Imagino que talvez me ache incoerente, principalmente por já ter dito que nunca gostei de ler seus e-mails-cartas e que sentia arrepios (de pavor) quando você me enviava algo. Pois é, o mundo dá voltas e cá estou escrevendo mais alguma coisa para você. Mas não se assuste e nem se surpreenda, apenas acompanhe a descrição feita com minhas próprias palavras.
    
     Quando já estávamos suficientemente estimulados na mesa da pizzaria, você me disse: 
   - Quero você de verdade, entende? E não afastou os olhos dos meus nem por um instante. Segurou firme meu queixo para ter certeza de que eu estava prestando atenção - eu achei lindo o seu gesto.
   - Por quê está dizendo isso Re?
    Então passou o polegar bem devagar pelo meu maxilar.
   - Ué, por que alguém deseja alguma coisa que nunca teve? É simplesmente a maneira como vejo você. - E então fixou os olhos com aquele olhar de tesão e em seguida arrematou: - Vem e fica comigo hoje esta noite. Deixa eu te mostrar na prática como é o meu querer.
     - Ok, eu pensei que seria legal e nada respondi no primeiro momento - confesso: o meu coração começou a bater tão forte, que tive certeza que você talvez conseguisse escutar. E, interiormente, tinha silenciosamente acabado de concordar com algo que mudaria a minha vida.
    Para mim, com certeza, houve uma mudança a partir daquele dia. No instante em que a frase "Sim, vamos!" saiu dos meus lábios, vi você fechar os olhos calmamente, como se fosse em câmera lenta. Em seguida, ficou esperto de novo naquela atividade de sempre, focado em ditar o ritmo a partir dali - tudo se resumindo muito bem com a conversa sensual que acabávamos de ter instantes antes. Em poucos minutos você me levou para o carro. O seu toque seguro em minhas costas me conduzia para um lugar aonde você poderia me ter do jeito que ambos desejávamos. Só nós dois e nada mais.

       Chegamos a um motel numa estrada da zona norte que dava saída da cidade de São Paulo rumo ao interior. Luz de neon no letreiro chamativo.

    - Boa noite, a recepcionista o cumprimentou e educadamente perguntou qual suíte escolheríamos, e por qual período.

    - Boa noite, moça - Você respondeu suavemente e informou que queríamos pernoitar.

    O momento seguinte que me lembro é da pressão constante da sua mão em minhas costas me guiando para dentro do quarto. Assim que a porta se fechou, você me virou e apertou os seus lábios contra os meus. De novo, assim como em nosso primeiro beijo, senti aquele aperto de tesão entre as coxas. Começava também a ter uma ideia melhor de você. Pessoa reservada em público, muito cavalheiro, fino e educado. Mas entre quatro paredes? Uau! Exigia cuidado! As suas mãos já estavam por toda parte do meu corpo. Não ofereci nenhuma resistência quando você me empurrou para um canto e me deu uma suave palmada no rosto para estimular. Eu me assustei e recuei. Falei que não estava acostumada a apanhar. Você me disse que não era agressão e sim um carinho consentido. Nessa hora a sua voz fez o meu corpo todo ficar quente e, ao mesmo tempo, meus pés pareciam não tocar mais o chão. Você esfregou o cavanhaque pelo meu pescoço e enfiou a mão por dentro da minha blusa até pegar o meu seio como se apalpasse uma fruta. Engasguei com o toque das suas mãos quentes explorando o meu corpo. Arqueei o tronco, meu peito explodindo, empurrando meu seio contra a sua mão. Você, habilmente, logo achou o meu mamilo e o apertou delicadamente.
   - Você é tão sexy - sussurrou em meus ouvidos. Estou morrendo de tesão - falou bem baixinho no meu pescoço, respirando forte na minha pele.
     Quando você me apertou mais, tentei afastar o seu corpo do meu. Não sei por que, mas me senti uma vagabunda ao lembrar da palmadinha com ponta dos dedos no meu rosto e ao sentir a sua respiração ofegante em cima de mim. Mas parecia que o instinto da natureza falava mais alto em cada pensamento meu e a cada gesto seu. Era praticamente impossível controlar reações diante de tantas sensações intensas.
   - Ainda não, Re, por favor.
       Você não deu a menor bola aos meus apelos e tirando a mão do meu peito subiu até o meu pescoço. Senti o seu polegar desenhando um círculo invisível embaixo do meu queixo enquanto você me olhava com aquele olhar de desejo. O mais engraçado é que depois de alguns segundos você sorriu para mim e pareceu tão feliz quando pegou a minha mão e trouxe até os seus lábios para dar um beijinho - droga! Eu adorei quando fez aquilo.
    - Você está certa, por favor, me desculpe. Irei mais devagar. Você me perdoa? É que você me faz esquecer de tudo. Sinto um frio na barriga. Naquele momento me senti aliviada e suspirei.
    
     Tudo bem, era tempo de respirar um pouco e ligar o rádio para sintonizar uma música romântica. Por coincidência tocava uma música que eu já conhecia desde criança. Os meus pais diziam que era a música deles, a música que marcou o namoro deles desde o primeiro momento. Certa vez minha mãe me disse que eu havia sido feita ao som de uma coletânea francesa de músicas românticas - que incluía essa. Fiquei parada prestando atenção na música, olhava para o vazio e lembrava das coisas que eles me contaram sobre a paixão que tomou conta dos dois. Em seguida imaginei o que você faria comigo no momento em que voltássemos aos "amassos". Ah, Re, você tinha me enfeitiçado completamente, eu tinha quase certeza que você sabia disso - aquela música não apareceu por acaso justamente no momento em que estávamos ali, devia ser o destino pregando mais uma de suas peças em mim. 
     Aos poucos novamente você encostava a mão. Reparei que era afeito ao tato - e me tocava sempre que eu dava chance.
     Era inverno e você tirou a jaqueta, colocou caprichosamente sobre a cadeira. Pegou na minha mão e me levou, quase me puxando, até o terraço, que dava vista para a rua e o horizonte - o céu de estrelas era de tirar o fôlego.
    Você me virou de costas para a janela e de frente para você, em seguida, deu alguns passos para trás. Por uns instantes, ficou só me olhando como se admirasse uma obra de arte e fez um gesto com as duas mãos como se batesse uma foto.
    - Nada é mais bonito que você, de pé aí, bem na minha frente. - Balançou a cabeça, parecendo praticamente desesperado e arrematou. - Nada se compara a esse momento, vou guardar para sempre a imagem do céu de estrelas como a moldura do seu lindo retrato.
    Imediatamente, e nem sei por quê, tive uma vontade incontrolável de chorar - você me viu chorar muitas vezes por outros motivos, não é mesmo? Isso não vem mais ao caso agora... 
     Você estava tão intenso naquele quarto e o meu pobre cérebro lutava para dar conta da situação. Foi quando você começou a andar em minha direção, veio devagar, como um predador. Já tinha visto esse jeito antes. Você podia vir devagar ou rápido, com força ou gentilmente, de qualquer maneira, sem nunca deixar de parecer natural.
   Ai, ai, ai, o meu coração acelerou conforme você se aproximava. A poucos centímetros de mim, parou e esperou a minha reação. Hesitei um pouco em levantar a cabeça para encará-lo nos olhos. Eu podia ver o seu tórax se movendo, respirando rápido. Era bom saber que a atração o afetava tanto quanto a mim.
   - Não sou tão bonita assim... São os seus olhos - eu disse.
    Sem pedir permissão foi logo desabotoando o meu casaco e deslizando-o por trás dos meus ombros, até deixá-lo cair.
    - Você está errada. Para mim, você é linda o tempo todo. - Sem cerimônia, puxou a blusinha de baixo e a tirou por cima da minha cabeça. Levantei os braços para ajudar.
    Só com o sutiã vermelho de rendinhas, fiquei de frente para você, enquanto me devorava com os olhos. Passou a mão pelos meus ombros e, com a ponta do dedo indicador, traçou uma curva em meus seios. O toque, delicado e reverente, me fez doer de desejo; não conseguia mais me segurar.
    - Re... - Inclinei-me para mais perto.
    - O que foi, amore? O que você quer? - Eu me calei por um instante quando virou minha cabeça para o lado para deixar o pescoço à mostra. E ali me beijou. A combinação do cavanhaque, bigode e lábios era pura eletricidade. A sensação de prazer cresceu a um tal ponto que eu estava completamente perdida e entregue ao nosso desejo. Não tinha mais volta: eu queria você e você me queria. Demais aquilo!
    - Quero... Quero tocar em você. - Passei as mãos pela camisa e afrouxei os botões. Você me abraçou e soltou, apenas observou, enquanto eu ia desabotoando de cima para baixo ; meus dedos se mexeram para cá e para lá e, em um minuto, a sua camisa estava no chão, na companhia da minha blusinha.
    Você assoviou quando meus dedos tocaram a pele exposta da sua barriga.

- Putz, agora sim vai me deixar louco por você! Encosta mais em mim! Exclamou.
  Inclinei-me para a frente e encostei os lábios bem no meio do seu peito. Você botou as mãos, uma de cada lado, na minha cabeça e a segurou, como se não fosse nunca mais me deixar escapar. A força dominante que você exercia estava bem clara - quando se tratasse de sexo, quem mandaria era você. Estranhamente, saber disso me confortava. Eu me sentia segura quando estava ao seu lado.
    Ajoelhando-se, deslizou as mãos pelos meus quadris e pernas. Em seguida, me beijou bem na cintura, logo abaixo do umbigo. Minha barriga se comprimiu, e o calor entre as pernas ficou ainda mais forte. Você pôs os dedos por baixo do elástico e puxou a minha calcinha até tirá-la de mim - disse que não via graça em lingerie - achei engraçada a forma como falou - Aí me deixou meio desconcertada quando olhou fixamente - eu estava completamente nua na sua frente. Fez um ruído gutural, selvagem e urgente, e em seguida encarou-me de novo nos olhos.
- Você é tão bonita que não consigo me conter... caralho, não posso esperar...
  Você espalhou os dedos abertos pela minha barriga e quadris, me puxou para perto da sua boca e a pressionou sobre o meu monte de Vênus nu. Estremeci enquanto você me segurava daquele jeito, imaginando o que viria em seguida.
  Você se levantou e botou as minhas mãos em sua cintura. Entendi o recado e comecei a desabotoar o cinto e puxei suas calças. Era impressionante, havia uma ereção impossível de ignorar. Você gemeu um pouco quando minha mão esbarrou de leve no seu membro duro. Isso meu deu mais tesão.

    - Não posso passar a noite aqui, Re. Promete que você vai me levar para casa antes do dia amanhecer? Preciso chegar lá antes que todos acordem. Pode ser?
     Você não respondeu nada, me pegou no colo e me colocou sentada em cima da mesa. Esfregou a pontinha do seu nariz no meu e falou mansamente:
     - Quero que você fique comigo. Uma vez só não vai ser o suficiente - pelo menos, não com você. Eu preciso da noite toda, entende? - Ao se afastar a expressão no seu rosto era outra; selvagem e urgente.
     - Primeiro eu preciso transar com você várias vezes em várias posições, depois a gente vai mais devagar. Puxa vida... Dá essa noite inteira para mim. Deixa eu fazer amor com você até não aguentar mais. - E voltando pertinho do meu rosto, pediu: - Por favor.
     - A gente pode transar bastante, mas não posso ficar até de manhã... Respondi.
    Com a boca colada na minha, com fúria e desejo, engoliu meus protestos e encostou as minhas costas na parede. Caracas! Você me tirou dali com uma agilidade espantosa e me deitou na cama. Começou a me tocar de todo jeito. Beijos incendiando meu corpo até eliminar da cabeça qualquer outro pensamento. Estava quebrando minhas regras, mas não pensava em outra coisa que não a sua língua dando voltas ao redor dos meus mamilos duros, alternando com mordidinhas leves e chupadinhas. O contraste dos pelos do seu cavanhaque com os lábios quentes me fazia gemer. Achei que me faria gozar só com aquilo. Gritei e arqueei as costas de prazer. Cruzei as pernas enquanto você se concentrava outra vez nos meus seios.Eu estava totalmente incapaz de ficar quieta, estava completamente entregue. Era tão bom...Todas as minhas incertezas foram desarmadas, tinham voado para longe sem pensar duas vezes.
     Pensei comigo: "Ficar nua não me assusta, sei que os homens acham o meu corpo atraente. É a intimidade que acho difícil de processar" Então, quando você me dizia coisas como "quero sexo selvagem com você", sabia que não tinha chance de resistir.
    - Re? - gritei o seu nome sem outra razão a não ser de me certificar que estava mesmo ali, e não em um sonho erótico ou uma fantasia.
    - Deixa eu cuidar de você. - Ao dizer isso, se afastou dos meus seios, botou as mãos em meus joelhos e abriu minhas pernas. Fiquei totalmente espalhada na cama quando você encarou o meu sexo pela segunda vez nessa noite.
    - Meu Deus, como você é linda... Quero sentir o seu gosto.
    E então você botou a boca em mim. A língua macia passando pelo clitóris e pequenos lábios, acariciando-os do jeito só seu - isso me levou à loucura. Podia sentir os seus pelos do rosto espetando a minha pele sensível. Eu me contorcia ao toque da sua língua molhada. Podia gozar em um segundo, não conseguia mais controlar. Não dava... a sua determinação era me dar prazer. E você finalmente conseguiu o que queria.
    Sussurrei: - Vou gozar...
    - A primeira de muitas vezes, amore - você respondia, lá do meio das minhas pernas. Foi enfiando dois dedos e começou a me tocar por dentro. - Você é apertada. Quando o meu pau estiver aí dentro, vai ficar melhor ainda, não vai, amore? - Continuou mexendo os dedos lá dentro enquanto lambia o clitóris. - Não vai? - perguntou de novo, dessa vez mais alto.
    Senti um puxão, um aperto na barriga... quando tudo parecia começar e terminar, começava de novo.
    - Siiiiim! - gritei, num fôlego só, porque sabia que você queria uma resposta.
    - Goza pra mim, então. Goza na minha boca! Goza amore. Você falou tão meigamente...
     E eu gozei. Era uma sensação diferente de todos os orgasmos que já havia tido na vida. Não podia fazer nada, a não ser gozar. Você me levou até o limite e me pegou de jeito - você adorava usar essa frase: "Vou te pegar de jeito", lembra? Suspirei fundo com a onda de êxtase, mas os seus dedos me mantiveram no lugar por alguns instantes. Foi incrível! Eu diria devastador - e só o que restava a fazer era aceitar o que você havia me dado.
      Quando puxou os dois dedos e se pôs de pé, ouvi o barulho de uma embalagem sendo aberta. Desenrolou a camisinha e pediu a minha ajuda. "Ele" estava grosso, duro, lindo. Aquela era a sua parte que, em segundos, estaria dentro de mim. Tremi com a expectativa. Estávamos com tanto tesão que nem conseguimos colocar direito o preservativo. Você segurou o látex pela ponta frouxa, arrancou com raiva e jogou na parede. Levantou os olhos e me falou baixinho:
   - Vai assim mesmo! Agora, vamos ver do que somos capazes.
    Respirei fundo com a visão de você vindo por cima de mim. A ansiedade era tanta que mal conseguia pensar. Você tomou conta da minha cabeça. Você já estava dentro e eu sentia queimar; "ele" estava duro como um osso. Os seus quadris me forçaram a abrir mais as pernas conforme você metia mais fundo e com força.
 Beijo na boca, língua com língua se esfregando, movimentos casados com os lá de baixo. Pude sentir o meu gosto na sua língua. O seu beijo parecia romper bem mais a minha intimidade que o ato sexual. O seu beijo me aquecia... 
     Re, você me possuiu total e irrevogavelmente. Deixei-me levar pelo seu ritmo alucinante. Foi forte no início. Movimentos bruscos, para dentro e para fora, indo um pouco mais fundo a cada empurrão. Senti que ia acabar gozando de novo, e de novo.
   Com os olhos saltados, você se levantou um pouco para mudar o ângulo pelo qual deslizava para dentro de mim. Apertei o meu sexo com contrações e "ele" latejava lá dentro. Você fez vários sons esquisitos e soprou baixarias deliciosas no meu ouvido; falou como era gostoso me foder. Isso só me deixou mais louca ainda.
- Reeeee! - gritei, enquanto gozava outra vez.
     Meu corpo estava completamente entregue a você, aos seus carinhos, aos seus beijos, palavrões, e aquelas palmadinhas no meu rosto - parecia que "ele" ficava mais duro a cada movimento. Você não parou, não queria parar. Continuou penetrando, indo e vindo mais rápido até chegar a sua vez de gozar. Com jogo de cintura e movimentos de pernas, fez com mais força, pensei que fosse sair do outro lado. Estiquei o corpo para acomodá-lo melhor e acompanhá-lo. Mas o seu ritmo era tão intenso que eu parecia meio desengonçada. Mesmo assim eu tentava movimentar os quadris de forma moderada. Percebi que você estava perto. Apertei, contraí os músculos internos com toda a força, até que pudesse sentir o seu membro latejar - puxava você para dentro de mim o mais que podia - se é que havia espaço para mais, já que você me preenchia totalmente. Não demorou e soltou um novo som gutural, - a mistura do meu nome com alguma coisa incompreensível - e desmontou de cima de mim num pulo. Os seus olhos brilhavam na meia-luz do quarto. A imagem mais forte que guardei, é que você jamais tirou os olhos dos meus enquanto jorrava todo aquele líquido quente dentro de mim. Ahhh, como eu adorei aquela noite em que você não me levou para casa como eu tanto havia pedido.
     Fico por aqui... Espero que tenha gostado. Vou me despedir daquela forma como sempre me chamou carinhosamente. Foi-se o tempo que me enviava cartas tão interessantes como esta - saiba que aprendi a fazer isso com você. 

                                             
               Beijos carinhosos da sua adorável Miss C 

8 comentários:

  1. Ahhhhhhhh a paixão, acho que essa é a melhor fase de um relacionamento! Quando ficamos cegos e nos permitimos fazer loucuras, não nos impondo regras e nem arrependimentos. Jogamos-nos e procuramos aproveitar cada segundo como se fosse o último.
    Que texto heim senhor autor!!! Cheguei a ficar sem fôlego. (rs rs rs rs) Sensual, sexy e cheio de paixão, adorei!! Me fez querer estar apaixonada novamente. Parabéns!!

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  2. Patricia Ramos Sodero5 de agosto de 2015 20:01

    Puxa vida, hein, Renato...Que texto! Vc mostra bem o quanto esse casal tem sintonia. Amor, paixão, desejo e tesão. Mistura sentimentos que dispensam comentários. Acho que a vontade de tê-la em seus braços é tanta que, justamente, foi ao ponto desse Email-carta. Acredito que ambos aprenderam a "se dar"como verdadeiramente são e isso só fez crescer a cumplicidade deles. Cada um aprendeu um pouco do que o outro tinha a ensinar e a mostrar. Quando vivemos uma estória assim, querendo ou não, cria-se um vínculo grande, mesmo que os encontros sejam esporádicos. E por isso mesmo que cada minuto é precioso no proveito. Pega fogo! Gostei muito dos detalhes picantes desse texto. Deixa a gente bem inquieta do lado de cá. Parabéns!!! Encanta e desperta algo que em muitas de nós pode estar apagado.
    Até o próximo,já na espera de como será. Sem demorar muito, por favor.
    Bjosssss....

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  3. Afff... O q q é isto, Sr. Autor? Q txt perigoso, heim?!...
    Mto gostoso de ler e descontraído (até D+)!
    Me fez relembrar as loucuras da adolescência, qdo a gente tá no auge desta descontração e realiza primeiro p/ depois pensar... Época em q os problemas e as preocupações rotineiras ainda não existem, e a responsabilidd menos ainda! Qdo td é motivo de festa, sexo, drogas e Rock'n Roll! Os hormônios estão à flor da pele e o juízo anda por aí à nossa procura e a gente fugindo dele.
    O tempo passa, as responsabilidds surgem na nossa vida cm uma praga, os problemas saltitam na nossa frente e a gente acaba perdendo um pouco desta vivacidd arrebatadora, não é msm?
    Esquecer as atribulações da vida e se "largar" de vez em qdo, fazendo de conta q a vida é sempre boa e celebrá-la, aventurando-se c/ alguém q tenha vontades e desejos recíprocos, faz um bem enorme! Eu diria até q é mto salutar pra qlqr pessoa e em qlqr fase da vida!
    Então..., atire-se!!!
    Parabéns pelo txt!
    BJSSS - Edneia

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  4. Muito sério e pior doloroso mexer com passado, isto é, se podemos chamar isso de 'passado'. Está muito vivo no seu presente, mesmo não estando mais juntos é como fechar os olhos e reviver aquela noite cheio de prazer e cumplicidade. O que mais me preocupa nos dias de hoje é encontrar 'homem mal resolvido' q se refugia de suas dores, acham q outras possam ser 'tábua de salvação', deprimente esse comportamento. Alice.

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  5. Uhau!!Quanta ousadia nesse texto Renato, mexeu com a líbido de muitas mulheres,rs..rs.Na nossa rotina do dia a dia, partimos para o lado prático da vida deixando de lado ou adormecida essas sensações que nos fazem tão bem. Com certeza nos presenteou com esse texto,nos levando à fanstasiar que somos sua Miss C ( pelo menos eu me coloquei no lugar dela,rs..rs). Gostei desse lado sedutor e intenso do seu personagem, até então só conhecia o Re frio, distante e sofrido devido á perda de seu amor,isso nos mostra que a vida e nossas sensações são feitas de momentos,e alguns deles se eternizam.Parabéns pelo belo e empolgante texto.
    Bjos.
    Sonia.

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  6. Lendo esse texto, acredito q a imaginação ficou bastante aguçada, qual mulher q não queria viver essa explosão de luxúria! Prazer misturadas com emoções. O legal é acontecer sem marcar, sem premeditar nada, as coisas acontecem quando o clima surge e daí.. abraço, vamos curtir esse momento q é tão ÚNICO e ficou memorizado pra cada um.. Nos dias de hj não achei isso ainda, mas não perco a esperança de encontrar um homem q me faça sair da rotina de viver essa aventura.. Andréa Cardoso.

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  7. Envolvente, nos faz liberar a imaginação, deixando-a correr solta... desejando liberar todo sentimento em cima dessa paixão inebriante...

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  8. Dizem que essa música é o hino dos motéis,kkkkk. Também pudera local desse, onde pode ser e fazer o que quiser! Daí fica aqui minhas dúvidas, sobre esse relato íntimo. Eles vão e passam a noite juntos, certo! Fazem o rala e rola, onde proporciona prazer pra ambos. Mas, fica a dúvida, será que tudo isso valeu a pena? Senho pode pensar do outro lado: lógico que sim, vive intensamente! Certo. Mas, e agora o que sobrou dessa loucura toda? Ressentimentos, raiva, vazio. Porque não descreve q estão juntos e nem me parece que sobre pelo menos respeito um pelo outro. É tem coisas que fica aqui matutando na minha cabeça. Essa misteriosa Miss C teve o poder de sequestrar sua mente e coração e taí a prova. Duro gostar e não ser correspondido. Isabel.

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