quinta-feira, 15 de maio de 2014

Meu Docinho (My Sweetheart)

   Pois é, gente. Cá estou novamente trazendo minhas observações muito particulares do mundo – e de um jeito bem diferente. Sempre procurando passar a vocês como tenho percebido as nuances de situações que vejo no contato com pessoas e minhas fantasias.
     Posso afirmar que nunca paro de aprender com essa interação apaixonante, ou, através disso, em como lidar melhor com minhas próprias emoções. A vida é um eterno aprendizado e é muito bom que seja assim.
     Digo que minhas observações sempre me levam a entender como tudo funciona e o que eu posso fazer para que funcione melhor.
      Reparei que as conseqüências de tudo que acontece tem a ver como a energia natural que carregamos flui ao nosso redor – o destino nada mais é que um fluxo contínuo desta energia em forma de pensamentos, imaginação e ação. E, dentro disso, o futuro vai acontecer de acordo com aquilo que se está equilibrando agora.
       “Estar” é a palavra que energiza o pensamento à ação – isso é a atitude de como saber se posicionar direitinho nas situações.
       Você ainda não entendeu aonde eu quero chegar? Ok.
       Veja bem, o mote principal disto é: você está onde você se põe, ou em como você se põe.
       Independentemente de onde ou como você se coloca, o fluxo de energia vai e vem com maior ou menor intensidade. Isso acontece para determinar como será sua posição em qualquer situação da vida.
        Então, é o “estar” que faz todo sentido, é o “estar” que programa o destino; seja ele negativo ou positivo.
       Esse “estar” depende exclusivamente de suas ações e bem menos de seu pensamento. O pensamento sozinho não tem força de ação, e não adianta ficar só pensando em achar que vai resolver tudo só com força mental. Isso é balela, conto da carochinha. Pensamento positivo sem uma ação correspondente não serve para nada.
       Agora vamos diretamente ao ponto da conversa: o seu caso!
       Vou chamá-la aqui, muito gentilmente, de Lilith. Eu sei que poderia encontrar outros nomes, talvez nomes de bichos, que caracterizassem bem sua personalidade, porém, acho que Lilith serve como uma luva diante de todo simbolismo que essa personagem carrega.
        Bom... São algumas das causas que a levaram a ser assim (uma Lilith) que vamos tentar entender nesse papo de hoje.
        Acho melhor brincar um pouco antes de entrar na parte séria do assunto: façamos de conta que essa vidinha que você leva é uma linda cachoeira numa tarde de verão – ahhhh, eu adoro cachoeiras. E você também adora, eu sei. Então só imagine aquela água caindo em cascatas, rolando nas pedras, refletindo os raios de Sol. Que lindo postal isso daria para ser guardado como lembrança! Se preferir outra paisagem, pode ser um maravilhoso pôr do Sol numa praia do litoral norte, onde existem muitas pedras grandes e pequenas ilhas habitadas por pássaros.
         Putz, lá vem você de novo querendo me censurar quando comento essas coisas, quando sonho com essas imagens lindas e arrebatadoras que nos fortalecem. E chega assim na surdina, bem de mansinho me ameaçando prejudicar, reclamando disso e daquilo. Vem dizendo que vai chamar alguém para resolver essa questão ou aquela outra que ficou para trás. Diga uma coisa: o nome desse alguém, seu aliado que mora no mesmo lugar que você, seria Nergal? Que coisa feia agir desta maneira com alguém que sempre a admirou tanto?! Faz um escândalo danado só porque falo aqui das cenas da natureza que temos o mesmo gosto. Affff...
     Pare já com isso! Não complica a história. Que pessoa mais mal-educada e sem noção você é! Não melhorou em nada desde aquele tempo, não é mesmo?
        Não! Eu disse: não! Não adianta achar ruim e nem dizer que me ignora (Você adora usar esse verbo!).
         Não tem jeito e eu vou falar, quer você queira ou não. Olha os modos, a educação. Nem tente mandar comentário grosseiro aqui no blog ou me xingar em pensamento jogando praga. Se mandar comentário recheado de desaforos, sobre este texto ou outro qualquer, e de forma anônima, eu não publico, hein! Depois não vai dizer que não avisei. Estou sendo legalzinho com você. Toma jeito e fica aí quietinha lendo o texto numa boa e com toda a atenção que ele merece; eu garanto que vai servir como uma boa reflexão para você. Você não sabe, mas está precisando muito disso, e já faz um tempão. Então, segura o facho.
         Agora vou dizer outra coisa antes de continuar, vou sim! Larga essa droga de celular e presta atenção no que está escrito. Caramba, que mania chata! Você não desliga essa porcaria de aparelhinho nem quando está no motel na hora do bem-bom! Ou, pior, quando tem que ter foco num papo sério que é unicamente do seu interesse. Que saco esse pi-pi-pi toda hora! Que música horrorosa é essa que você colocou como campainha?
         Olha, tenha santa paciência e, pelo menos por um minuto, entenda o que estou tentando fazer aqui, você sabe que é a minha queridinha, a minha maravilhosa Lilith enrolada numa cobra enorme, não sabe? Então pronto! Esqueça o resto!
          Vamos lá, muita calma nessa hora. Vou respirar fundo e continuar o papo numa boa porque é necessário equilíbrio nessa conversa: o objetivo aqui é tentar entender por que sua miserável vida afetiva não anda e nunca andou como deveria.
      Eu imagino que seja porque sempre foi uma vida cheia de escolhas erradas. Estou dizendo com isso que você teve um monte de experiências frustrantes desde criança, e agora vive nessa porcaria de posição que lhe incomoda todo o tempo; e que cada vez mais a deixa insatisfeita com tudo que vive. Não faça bico de novo! Que coisa mais feia... Entenda direito o que está sendo dito!
      A vida afetiva a que me refiro é todo o conjunto de relações humanas pelas quais todo mundo tem que passar. Não falo só de relação entre homem e mulher, capisce? O fato aqui abrange muito mais; é uma viagem por faixas de tempo que passa por mãe, pai, laços fraternos, trabalho, amigos, e tudo que faz parte da vida e provoca sensações.
        Aí, quando o fluxo de suas satisfações afetivas fica em desacordo com o mundo, com a realidade... Catapimba! Lá vem você de novo reclamar de tudo e todos porque a verdade dos fatos a desaponta profundamente em forma de frustração.
        Essa tal decepção vira raiva em sua defesa e você interpreta tudo como uma grande agressão. A força gerada pela raiva se torna uma energia fantástica e até meio sem controle e você fica com tanto ódio que até sai faísca pelos olhos. Nessa hora tudo vira nhê-nhê-nhê e blá-blá-blá, o bicão cresce e fica maior que do pelicano australiano.
        Iiiiiii... Desmanche esse bicão! Pare de fazer tipo! Todo mundo já sabe como você é. É de sua natureza ser assim. Você briga por qualquer motivo com gente que não tem nada a ver com seus problemas. Até atinge cruelmente, com essa agressividade desproporcional e ridícula, quem gosta muito de você. Você tem um monte de ódio aí dentro que parece nunca vai ter cura. Quando você não encontra com quem brigar, acaba brigando com a própria sombra só para ver se surte algum efeito.
      Olha uma coisa: não existe perdão no seu inconsciente, nem em tudo aquilo que você escondeu bem lá no fundinho. Mas não adianta botar de lado essas coisas, porque mais cedo ou mais tarde elas aparecem mais fortes e o bico cresce virando uma tromba que dá até para fazer um laço - falo de fatos mal-resolvidos e relações que pareciam acabadas, mas, que na verdade, estão inacabadas no consciente e no inconsciente difícil de ser trabalhado.
      Eu sei muito bem que nem adianta chegar perto para dar uma ajudazinha ou querer te agradar; suas queixas são insuportáveis.
       Então, quando você percebe que todo mundo fugiu da sua presença, aparece uma crise de amargura, de tédio; vem toda a frustração para fora e você chora. Chora de raiva de si mesma.
      Aí, a bonitinha, a minha maravilhosa Lilith - (tenho tanto carinho nessa hora que quase a chamo de Sweetheart...r.rs.rs.rs) - veste a roupa daquele tipo “Sou carente, sou incompreendida”.
     Pois então, para você nada está bom, não existe felicidade. Nem o brilho do Sol está bom hoje (lembra do reflexo do Sol na água da cachoeira ou do pôr do Sol na praia?). Eu sei que lembra e faz questão de matar esse tipo de lembrança nostálgica.  
       Ahhh... A sua observação do mundo é assim: se tiver Sol é porque está quente, se tem chuva é porque a chuva molha os pés, se está nublado é porque o céu está cinza, se está muito claro arde os olhos. Não tem jeito! Você continua sendo aquela mesma Lilith que conheci um dia (numa noite) e ainda não cresceu mentalmente. Que asco isso me dá! Mas eu gosto de você, Sweetheart. 
        Olha... Vou dizer: estou ficando cansado. Não dá mesmo para levar você a sério. Quem vai conseguir lidar com isso além de você mesma? Nem você se agüenta aí dentro, né, Sweetheart? (Esse apelido soa tão bem!).
        Enfim... Depois dessa fase tosca, você resolve se reunir com os outros da sua família. É aquele famoso almoço de domingo. Todo mundo ao redor da mesa com aquela cara de desânimo, ombros caídos e bobeiras na cabeça – tem gente que nem tirou o pijama. Não há assunto interessante para conversar. Tudo fingimento. E o seu ódio continua parado, cutucando lá dentro por suas escolhas. Você olha ao redor e pergunta a Deus por que ele lhe deu essa família de gente biruta e desajustada. Vem em resposta o silêncio, porque Deus não responde e nunca responderá pelos seus conflitos ou todas as revoltas que lhe comem por dentro. Nessa mesa não tem jeito de ter alegria, não tem mesmo! Às vezes aparece um sorrisinho sem graça, ou cada um conta um problema que não tem a menor importância; ou até fala de um projeto novo que nunca vai sair dos planos. Tem quem fale de uma pessoa aparentemente legal que conheceu na internet, no serviço ou no metrô. E assim o tempo passa e a mesma rotina de anos continua presente na velha mesa da hipocrisia aos domingos.
       E você acaba se dando conta que algo está mudando. A sua energia negativa afeta as outras pessoas e a energia delas afeta você. As coisas não andam e a vida vai se complicando, porque o tal ódio nunca foi digerido como deveria. Ele foi se acumulando, alterando a saúde de um e de outro. Causando Câncer e outras doenças no seio familiar. O pai começa se queixar de dor aqui e dor ali, pressão alta e gordura no sangue, a mãe precisa visitas freqüentes ao médico para novos exames, e assim vai. E a culpa disso é sua. É sim! Sempre será. Você escreveu o futuro lá atrás. O seu e de todos.
       Olha... Eu não ia falar, mas vou falar.
       Lembra quando você estava no auge daquela decepção? Então... Você fez o que? Fez promessas! Lembra?
        Você prometeu a si mesma muita distância e muita defesa; que nunca mais ia se entregar, nunca mais ia se dedicar a ninguém, nunca mais ia amar, nunca mais ia se preocupar, nunca mais isso, nunca mais aquilo... Pois é... Você se fechou. Até falou que de tal data em diante só iria usar, abusar e representar muito bem.
       A força de suas promessas, por causa do ressentimento, foi tão intensa emocionalmente que a vida mudou não apenas para você, mas para os outros ao seu redor. Tudo o que se deseja, no envolvimento da força emocional, pode virar realidade com as ações tomadas; uma lição dura que deixa qualquer pessoa um trapo – você virou um trapo, olhe no espelho. Que cor é essa nesses cabelos? Que mau-gosto! E essa tatuagem no pulso com símbolo para formar a tríade do mal? O que representam aqueles quadros e desenhos na parede? My God! Deus que me perdoe por olhar tanto assim suas coisas pessoais.
       Lembra do começo dessa conversa, sobre como a gente deve se posicionar na vida? Pois é...
       A sua leitura particular é a seguinte: “Eu sou a grande vítima desta civilização cruel, por isso preciso me vingar!”.
       A sua vida virou uma secura sem fim por causa desse posicionamento. Você estabeleceu moradia no deserto. Foi o reflexo daquela decisão no ódio. Poderia ter sido o reflexo do Sol na água fresca daquela cachoeira linda ou aquele pôr do Sol na praia, lembra? Mas você não quis. Se assim fosse tais coisas não aconteceriam.
      Uma pergunta: - Você nem imagina as doenças que a vida está programando para daqui a pouco por causa disso?
     O seu orgulho não a deixa imaginar, não é? Isso é terrível!
      Um dia algum dos seus poderá dizer assim: “Eu não tinha nada e de uma hora para outra apareceu isto! Eu estava me sentindo muito bem e nem esperava esse problemão”.
      Então, minha Lilith ou my Sweetheart, essas coisas acontecem do nada e podem ser a qualquer momento: um mal de Alzheimer, uma psicose, uma esclerose...
     A culpa é de quem? Será que é por que você nunca soube administrar o seu lado emocional que tudo isso acontece assim?
      Toda a culpa do Câncer dos outros é sua também?
      Por que ficou naquela neura de imaginar que estava traindo suas causas? Aqueles ensinamentos eram tacanhos, condutas restritas... Você continua cheia desse comportamento. Que coisa bizarra!
      A verdade mostra: você está onde você se põe, ou em como você se põe. A frase transmite a mais pura realidade.
      E assim a vida segue, porque você é Lilith e não há como escapar imune ao seu contato. A todos que se arriscam gostar de você, ou aos que buscam a salvação na misericórdia divina, eu celebro a vida no pensamento de “estar” em contato com o meu próprio destino através desta reflexão. Faça o mesmo, my Sweetheart, faça sim!

    Até a próxima pessoal.



9 comentários:

  1. Direto, objetivo... um pouco cruel...rsrsrs... mas uma crueldade necessária, sem meias palavras...
    Um amigo intimo que fala a outro, não o que ele quer ouvir e sim o que realmente precisa ouvir...
    Interessante como vc se posiciona como se realmente estivesse conversando com uma amiga de anos, que precisa de uns puxões de orelha...rsrsrsrs
    Essa foi a minha primeira impressão...

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  2. Ao meu ver você bem direito, mas com certeza em algumas ocasiões
    devemos ser, pois se gostamos de alguém, não devemos passar a mão na cabeça só por que está magoada sim, mostrar o caminho para que a(o) mesma (o) para que se encontre. E nós somos o que plantamos, é a vida trás isso como forma de amadurecimento.
    Este é meu ponto de vista.

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  3. Complexidades de comportamentos imaginamos sempre o melhor daquela pessoa, mas, vias de fato, nem sempre acontece. Devemos sempre nos policiarmos devido a tanta críticas ou sub- julgamentos alheios...
    Viver sempre na cobrança ou cobrando q a pessoa seja eficaz ao seu modo de entender, ficaremos decepcionados. Cruel esperar algo em troca. Vivo de modo q seja satisfatório, sem prejudicar quem está a minha volta.
    A vida ensina de uma forma nada agradável, mas é importante o q fica de exemplo.. Aprender a seguir o caminho seja qual for a trajetória dessa busca de plenitude e êxito.. Tanto familiar, trabalho, relacionamento... Sempre será válido. Se vamos errar de novo! Quem sabe.. É tentando q vamos chegar lá...

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  4. Tudo depende do que somos observamos as pessoas através do reflexo que transmitimos ,o mesmo acontece com a doença as vezes imaginamos que estamos om essa ou aquela doença estando saudáveis e de tanto pensar acaba ficando doente ou seja atraindo coisas ruins...Resumindo oque enxergamos é um reflexo do que somos...Belo texto Renato bjus







































































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  5. "Ser diferente" é incômodo para os outros! Deixa quieto isso meu querido autor. Nada é basicamente a conduta de cada "ser" terrestre. Ideologia de pensar e achar q choca a opinião aqui...Muito mi, mi,mi. E tenho dito.

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  6. Os sentimentos determinarão sua saúde mental e física, isso é fato! O ódio, o rancor, a mágoa, o orgulho, só trarão doenças e solidão. A postura que decidirmos ter na vida, determinará nosso futuro e o de quem está ao nosso lado. O que oferecermos ao universo será proporcionalmente igual ao que receberemos de volta. Realmente você está onde se põe ou como se põe e isso só depende dos sentimentos que você decidir ter em sua vida.
    Difícil demais manter postura, pensamentos e atitudes positivas, diante de tantas adversidades que a vida nos trás, tendo que conviver com fatos e pessoas colocadas em nosso caminho para testar nossos limites. Mais fácil é assumir o papel de vítima e colocar a culpa na vida e nas outras pessoas. E finalmente voltamos ao ponto de partida: “a verdade mostra: você está onde você se põe, ou em como você se põe”.

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  7. Nossa essa foto de uma mulher sendo enrolada por uma cobra já assusta. Coitada da sua amiga você diz que gosta dela mas é duro com ela. Mas o texto faz a gente refletir sobre a vida. Mas se a gte não conseguir atingir o nosso objetivo que é ser feliz, fica uma ponta de desapontamento. Mas enfim coitada da sua amiga, foi duro demais com ela.

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  8. Aprender c/ as diversidades da vida é sabedoria, principal/e qdo aprendemos c/ as lições frustradas dos outros. Assim, podemos nos poupar de maiores sofrimentos e enriquecer nossa bagagem de conhecimentos, contribuindo p/ o nosso equilíbrio mental e emocional, o q é decisivo nas atitudes q tomamos o tempo td. O "estar" , nas + variadas situações da vida, vai depender mto do "ser" q vamos lapidando em consequência deste aprendizado.
    Nos caminhos por onde passamos, por várias vezes, nos deparamos c/ aquelas pessoas "cabeçudas" q insistem nos msms erros e teimam em não aprender c/ eles. Apesar disto, um sentimento fraterno nos impulsiona a abrir os olhos daquela criatura na tentativa de ajudar e amenizar seu sofri/o.
    Claro q nem sempre o "puxão de orelha" dá resultado e nos dedicamos em vão. Pessoas assim costumam "escutar por um ouvido e soltar pelo outro", ou escutam só o velho ditado q fala sobre a duvidosa prestabilidade do conselho, sabe? Kkk... Outras, msm se reconhecendo em cd palavra dita, vestem sua máscara de vítima e já vem argumentando c/ ar petulante e questionador: "quem vc pensa q é?..."
    A intenção é nobre mas nem sempre compreendida, sabe Sr. Autor? Mtas vezes o melhor a fazer é engolir seco e fingir q não tá nem aí. Mais cedo ou + tarde o tempo dá as devidas respostas.
    BJSSS - Edneia

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  9. Patricia Ramos Sodero9 de junho de 2014 22:08

    Boa noite,Sr. Autor.Bom,diante desse texto,ficou bem claro que colocou a personagem Lilith,que biblicamente falando,foi a primeira mulher de Adão,a qual não deu muito certo,por causa de seus comportamentos,pois não aceitava ser “comandada”.Os princípios do homem poderiam até estarem certo,mas “ela”não queria saber.Talvez a imagem do típico SER HUMANO que gosta de “bater cabeça”.Mas e daí?Acho que realmente quando a pessoa não quer escutar ou ser ajudada,a vida fará sua parte direitinho,ensinando-a.Mas na maioria das vezes,de forma cruel.Essa será mais uma,das que já fazem parte da lista,que poderá futuramente falar de suas lições da vida.E não será nem a primeira e nem a última.É um ciclo.Não pára.A vida é um aprendizado para TODOS!Simples assim.Bjs e muito obrigada pelas dicas que seus textos nos dão dia após dia.Até o próximo!

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