segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Palpites... Amar Vale A Pena

   Quero falar hoje com vocês sobre dois assuntos no mesmo texto, mas que no final acabam se unindo um ao outro. A primeira parte é sobre relacionamento e a influência da família, em seguida é sobre valer ou não valer a pena amar.
   São alguns dos meus pontos de vista explicados numa abordagem um pouco diferente de textos anteriores. Espero que gostem dessa prosa em 2 em 1.
     Vamos lá... Um belo dia você encontra alguém; sente que ali pintou um clima e pronto: já está se relacionando.
     Um belo dia você conhece a família desta pessoa e pensa que será super legal. No seu imaginário todos devem ser parecidos com ela, afinal ela é uma pessoa bem interessante, não é mesmo? Enfim, você imagina que terá uma nova família, uma família legal para compartilhar algumas passagens da vida; fica muito empolgada com isso.
Well, well... Pode ser que seja assim ou pode ser que não seja.
      Por isso, é muito bom ter cuidado na chegada. Prepare a sua paciência junto com o seu poder de engolir sapos, cobras, lagartos e outros bichos desta nova família. Esse comportamento poderá manter a relação com a pessoa escolhida um pouco mais pacífica ao relevar certas tribulações.
      Quando ninguém estiver atento olhe discretamente por alguns instantes para a sua futura sogra: assim será pelo menos em 70% a pessoa que você escolheu (com todas as manias de reclamações, praticidade e delicadeza). Olhe também para o seu futuro sogro: assim será pelo menos em 70% a dita pessoa escolhida (em termos de autoridade, grosseria ou teimosia) – claro que existem outras qualidades ou defeitos que poderiam ser citados, mas vamos usar apenas esses, por enquanto.
       Esses traços familiares formam algo que não se pode escolher e nem esconder. São coisas herdadas e quase não se pode mudar nada nesse sistema comportamental - sejam nas atitudes ou nos modos de ver as coisas.
      Voltando um pouco lá atrás em busca de algum entendimento, digo o seguinte: quando crianças todos são praticamente criados em 70 ou 80% do tempo por mulheres; mães, tias ou avós - se as mães forem melhorando com as novas gerações, com toda certeza, os homens e mulheres do futuro serão muito melhores do que nós somos e saberão agir melhor naquilo que ainda não sabemos agora – esses conflitos infinitos que todos têm.
         Todos carregam consigo um reflexo afetivo do meio em que cresceram. E cada qual com seu estilo próprio de chilique e melindres. E haja paciência!
         Quando se tem um relacionamento com alguém é importante observar que todo o círculo emocional, adquirido por anos por essa pessoa, está direta ou indiretamente exercendo profunda influência em suas atitudes e reações diante da vida.
         Bater de frente com um tipo de comportamento em particular, ou com a família da dita cuja cara-metade, é como mostrar a foto de uma corda lá do alto poço para a pessoa que está se afogando. É uma ação que não resolve.
         Imagine só: pai, mãe, irmãs, irmãos e agregados. Eis aí um valente esquadrão de frente que, provavelmente, depois de décadas de discussões infindáveis não conseguiu resolver as suas diferenças internas. E chega você, de origem totalmente diferente, com educação e estilo diferentes, querendo demonstrar qualidades ou razões em algumas coisas. Vixe Maria! Olha, é algo para se pensar muito bem antes de abrir a boca ou como tentar superar esses grandes obstáculos para ser aceito naquele meio.
        Quando se escolhe alguém não se escolhe a família, e sim a pessoa que tocou o seu coração. Tem muita gente que diz que vai se separar por causa da insistente interferência da sogra, sogro, cunhados (as). E são muitos os que realmente se separam por influência dos outros.
       Puxa vida... Unir os diferentes não é tão simples o quanto imaginamos. Isso requer muito respeito aos limites de cada um e muita cautela na conduta. Não se deve dar tanto poder de penetração na vida a dois aos familiares da outra parte. O poder maior deve estar no seu sentimento em relação à pessoa com quem se está convivendo. Essa pessoa, sim, é a sua meta. A família dela pode ser ou não um complemento da relação a dois. Se for, meus parabéns; mas se não for, preserve-se.
       É bom entender que a maioria das famílias carrega consigo uma forte influência de filosofia tradicional antiga – daquele tipo de pensamento que originou a característica básica do núcleo.
      E no passado, digo uns 30, 40 ou 50 atrás, nem tudo era esse mar de modernismo e comodidades que vivemos hoje. A mentalidade das pessoas sempre acaba se modificando com o progresso tecnológico (até das pessoas mais velhas) e isso provoca uma evolução ou, pelo contrário, um travamento no pensamento comportamental. Por exemplo: naquele passado as pessoas namoravam muito tempo antes de terem um contato mais íntimo, mas hoje é tudo diferente. Aliás, muito diferente. Hoje os dois mal se olham e já vão “ficando”. Ao olhar dos pais isso é um comportamento reprovável, o que para os filhos é algo normal.  Às vezes, eu até entendo que é muito difícil para os pais tentarem compreender que a pessoa ideal escolhida por um filho ou filha não é exatamente como eles imaginaram. Uma família tem o forte poder para unir e aceitar um casal, mas tem o triplo deste poder para separar esse casal com críticas, intrigas e maledicências. Aceitar uma convivência repleta de desafetos ou diferenças, com raros momentos de alegria e olhares maliciosos ao seu par, é um verdadeiro desafio na reunião de família – por isso tantos casais acabam se afastando do convívio familiar de ambos.
     Tem gente que não repara que é muito importante utilizar o formato tradicional da família para harmonizar as coisas, fortalecer os elos e criar novas raízes. Acima de tudo acreditar que o amor pode vencer se a família sempre for aliada do casal.
     As pessoas se esquecem que no futuro próximo o relacionamento de namoro pode gerar uma nova família, que algum tempo depois dará origem a outras tantas – sempre levando adiante a filosofia de comportamento que veio embutido com o reflexo de tudo que foi aprendido e passado adiante.
     Olha... A nossa história sempre é escrita com letras do próprio punho, com palavras da própria boca, com o brilho do olhar e com os melhores sentimentos do coração. Por isso, é melhor sermos bons hoje para sermos melhores amanhã. A aceitação de quem é diferente da gente deve ser feita com muito respeito e dignidade - algo muito importante nesse contexto todo e que deveria prevalecer.
      Estar com alguém determina muita coisa nessa vida - pode nos colocar em um estado de graça, ou não. Porém, se há o real interesse de atrair coisas verdadeiramente importantes para a relação, é bom fazer tudo que for possível para que as ações não contradigam os desejos mais íntimos.
       Quando se colocam dúvidas numa relação, elas criam vida própria – e dúvidas só têm uma função: afastar as pessoas tornando a relação cada vez mais insegura.
       O nosso sentimento em relação à pessoa que amamos determina o tipo de qualidade no comportamento, essencialmente naquilo que damos e recebemos. Quando nos sentimos bem numa relação criamos um futuro compatível com a nossa necessidade de felicidade. Quando se queixa muito da outra pessoa, - fatos que podem ampliar uma maneira negativa de ver as coisas – aumenta-se a chance de discórdias e separação.
       É de praxe numa relação, termos concentrado dentro de nós muito do que podemos dar; algo que vai muito além do que realmente aquilo que damos. O amor é um evento espiritual com uma energia que muda de forma de acordo com a essência e a doação de quem o estabelece.
        Quando damos uma forma sofredora à nossa relação devemos lembrar que somos nós mesmos que estamos criando esta forma. Quando só encontramos pessoas com as quais achamos difícil de conviver e manifestar os nossos sentimentos, somos nós que estamos criando isso.
        Precaver-se demais para não sofrer pode trazer mais infelicidade do que imaginamos.
        Às vezes, antes de encontrar a pessoa com a qual nos relacionamos, já vestimos a armadura imaginando como ela irá reagir com algo que será proposto – talvez um passeio ou a compra de algum objeto de uso comum. Chega-se ao encontro já com a pré-disposição de brigar por algo que ainda nem foi discutido pelo casal. A mente entra num devaneio infinito imaginando mil teorias para o que o outro irá dizer ou fazer. Você já vai pensando: “Hoje será um dia daqueles!”.
       O amor possui um magnetismo para unir pessoas, mas precisa ser decifrado para mantê-las unidas. A união é como encontrar o mapa, porém, para percorrer aqueles caminhos tortos são necessárias habilidade, dedicação, perseverança e muita esperança - mas muita esperança mesmo na felicidade. Acreditar piamente que para fazer o seu anseio amoroso acontecer, você deve colocar o melhor de si à disposição da outra pessoa; e aquela pessoa colocar o melhor dela ao seu dispor. Acredite! Lembre-se que esse magnetismo tem a forma que damos a ele. Imaginar que influências externas podem atrapalhar o seu relacionamento é o mesmo que colocar uma placa pendurada no pescoço com os dizeres: “Influências externas sejam bem-vindas!”. O mesmo acontece com qualquer tipo de ação que faça do seu terreno amoroso um campo minado. A energia investida para se resguardar de tudo que pode dar errado numa relação tem o mesmo potencial da energia que podemos investir para tudo dar certo. O esforço é o mesmo e o nosso direcionamento é que precisa ter definição positiva. Gastamos a mesma quantidade de energia quando emburramos com a cara-metade assim como quando sorrimos para ela. Existe algo no nosso comportamento que precisa ser compreendido e usado ao nosso favor - esse é o poder de fazer melhor aquilo que nos faz felizes.
       Podemos querer da vida muitas coisas diferentes no plano material, mas no plano sentimental as necessidades são lineares. Buscamos apenas o prazer de sentir que somos importantes para alguém, e também a certeza que nos sentimos amparados por um coração; com a perspectiva que o dia de amanhã será muito mais interessante que o de hoje.
       Quando plantar um pensamento rumo ao coração de outra pessoa, terá que criar uma ação com o mesmo destino. Metaforicamente seria como dizer que é muito mais simples sentir o vento do que tentar aprisioná-lo, fazendo uso dele apenas quando lhe fosse conveniente.
        A liberdade quando imposta em regras unilaterais é apenas uma esperança de felicidade. O magnetismo do amor quando existente pode ser utilizado como uma esperança de tudo dar certo.
        Tem muita gente que me diz: “Será que diante de tudo isso, amar realmente vale a pena?”.
        Imagino que talvez você já tenha passado por uma desilusão sentimental que deixou feridas difíceis de cicatrizar. Talvez o sonho de amar tenha sido desfeito por alguém que você pensasse ser merecedora de toda sua dedicação e daquelas declarações sentimentais.
    Talvez você já tenha conhecido de perto a dor do amor e prometeu a si mesma que isso jamais ocorreria novamente. Depois disso trancou-se em sua vida, isolou-se de tudo e de todos. Radicalizou o seu comportamento. Empedrou o seu coração como uma dama de concreto que apenas enfeita um jardim de flores mortas, e placidamente aguarda que algo mude na energia do universo para você mudar junto.
     Hoje a pergunta que você mais se faz é: “Será que amar realmente vale a pena?”.
     É bom que saiba que sofremos por amor quando apenas um dos dois se prepara para amar. Sofremos por amor quando apenas um dos dois se propõe a fazer o que precisa ser feito para que o relacionamento dê certo.
      Uma pessoa que ama não fica esperando que o melhor aconteça, ela luta pelo melhor acontecer na vida dos dois.
       Procurar entender o amor e suas tênues linhas é como tentar decifrar um mistério que não pode ser decifrado, pois, ele é feito apenas para ser vivido. Muita gente tenta decifrar quando deveria apenas viver os seus sentimentos. E com isso, torna-se uma pessoa limitada na compreensão da sua cara-metade. Lá no fundo, aquelas pessoas sem maturidade emocional suficiente tentam sistematizar o sentimento, sempre desejam alguém que possam controlar - de preferência com um botãozinho de liga e desliga para manipular e aprisionar.
    Sofrer por amor não é fácil. Só quem trilhou esse caminho sabe o tamanho da dor. Mas, quando uma luz acende nessa escuridão uma nova esperança bate no coração. Talvez a mais sublime característica do amor seja a esperança que ele se mantenha sempre vivo.
       O amor nunca morre naturalmente; ele é assassinado aos poucos pela negligência, pela indiferença, pela omissão, pelo tédio e por inanição.
       Sentimos o pulsar da vida quando respiramos; assim é o amor. O amor é aquilo que acontece enquanto perdemos tempo com detalhes que fazem parte da vida e não dos sentimentos - quando não nos preocupamos que ele aconteça.
       O amor não amadurece com a idade, mas sim com a intensidade que ele é vivido.
       Precisar de alguém é diferente de amar. Obrigar-se a tolerar alguém não é amar. Condenar-se a uma situação de tortura psicológica não é amar.
       Muitas pessoas vivem essas situações e aí, eu entendo, pensam que amar não vale a pena.
        Amar é cooperar na direção dos sentimentos mútuos que afloram no seu coração pela pessoa que você escolheu - deixando que a delicadeza das atitudes possa definir o seu interior. O medo de entregar-se sufoca o prazer de estar amando. Muita gente fica atropelando os seus sentimentos com medo disso, daquilo e daquilo outro.
        Quando a vida a dois é limitada a um convívio passivo ou por conveniência, amar realmente não vale a pena, pois é uma relação castradora e sufocante.
        Quando uma atmosfera de segurança se forma numa relação, tudo começa a valer a pena criando um equilíbrio entre emoções e atitudes. 
       Ao mostrar e perceber que cada um está tentando fazer o outro feliz, dando o melhor de si, ambos entendem o que está acontecendo e fortalecem as suas convicções amorosas e seus planos.
      É muito triste saber o que precisa ser feito, mas não fazer. Além de causar um vazio imenso, nos afasta daquilo que desejamos viver com a pessoa que está ao nosso lado.
         Vale a pena amar, mas só quando você prepara o seu coração, o seu intelecto e o seu jeito de ver as coisas - e procura meios de tornar-se melhor com o objetivo de ser feliz. A felicidade precisa de investimento, ela não vem sozinha. Ela está lá onde a colocamos e trabalhamos por ela. Eu nunca encontrei alguém que afirmasse categoricamente que amar não vale a pena - mesmo quando a família de um ou outro insiste em ficar dando palpite para atrapalhar a relação.
Em geral os casais que se dão bem sempre dizem: “Isso é muito bom, mas dá um trabalhão danado para manter!”.
É isso! 

 

13 comentários:

  1. Quando estão na mesma sintonia não tem parente pra atrapalhar ou dar palpites! Em toda família sempre haverá um q não simpatiza com a gente, é óbvio! Mas, penso q se estão felizes não será um q vai estragar isso! Agora se Amar Vale A Pena isso só o tempo dirá.... E cada pessoa é única, ficar observando sogro e sogra e analisar como será a namorada é um tanto prepotente e crítico pro meu gosto, todos têm personalidades e condutas diferentes, vai saber se dará certo é com a convivência, aí sim poderá tirar alguma conclusão do relacionamento vivido! Apesar q nos dias de hoje relacionamento sério já era... só tem curtição! Mas, mesmo assim não deixo de acreditar no amor e q exista de verdade casais q são dão bem e vivem felizes, apesar de tantos inoportunos q os rodeiam.... Acredito quem ama tem q cuidar todos dias pra essa chama não se apague.....

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  2. Vai vivendo a cada dia e verá se valerá a pena amar. Acho isso é geral a família palpitar no namoro dos filhos, kkkkk. Quem nunca fez isso?? Os pais sempre pensam na nossa felicidade, enxergam o que nós não estamos vendo, por estar demais envolvidos. Respeito muito a opinião da minha família, desde que não seja além do normal. Temos que arriscar só assim saberemos se vai dar certo ou não!
    Quando participamos o parceiro ao convívio da família sempre terá algo inusitado, e isso é conviver com as diferenças e diversidades que todo SER tem, respeitando lógico o espaço de cada um. Família é isso tem seus altos e baixos! Parabéns aqui pelo seu texto, amei de paixão tudo que escreveu! Letícia.

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  3. Olha te digo uma coisa, quer viver bem com sua namorada e familiares more bem longe!!!!! Aí sim vai ser mil maravilhas, ir de vez em quando pra festas comemorativas e olha lá viu!! Pensa que vai namorar ela e se for realmente amor vai saber contornar a situações q possam acontecer no decorrer do namoro. Ninguém é perfeito não podemos exigir o q não somos, viver é isso ultrapassando seus limites de paciência e amor!

    Amanda.

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  4. OLHA MEU CAMARADA RENATO, FALO POR EXPERIÊNCIA PALPITE DE FAMÍLIA CANSA, NUNCA ESTÃO CONTENTE COM AS NOSSAS ESCOLHAS SEMPRE COLOCAM DEFEITOS, SEJA, SÓCIO-ECONÔNIMCO, RELIGIÃO E ATÉ FUTEBOL!
    OS PAIS NUNCA ACHAM QUE OS FILHOS ESTÃO CRESCIDOS E MADUROS PRA TER UMA VIDA INDEPENDENTES, AINDA MAIS AQUELES QUE PERMANECEM MORANDO COM SEUS PAIS. DEVEMOS RESPEITO SIM, AGORA ENTRAR NA RELAÇÃO DO CASAL CABE A CADA UM FREAR,AINDA MAIS SE GOSTAMOS DA PESSOA. ABRAÇOS.

    JUAN

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  5. Uau! Se vala a pena amar? Sim!!!!!!!!!!!!! com todas as letras, viver sem isso não é vida! Quem gosta de solidão bom proveito! Euzinha aqui vim pra esse mundo ser feliz, independente se der certo ou não, temos que acreditar que um dia a gente a certa e tudo transcorrerá bem, mesmo que a família palpitar, vejo pro lado positivo, é a nossa 'família' e quem estiver comigo e gostar mesmo vai conseguir cativar e será aceito por todos!
    Não gosto de gente que fica analisando e apontando defeitos ainda mais de for entes queridos, temos que nos adequarmos e sermos sociáveis com todos, respeito mútuo assim dará certo! Um texto aqui seu autor interesse e dá uma boa discussão pro lado positivo! Ana Lú

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  6. Estou aqui pensando se AMAR VALE A PENA AMAR e ainda não achei a resposta certa pra dar aqui. vou ficar devendo, só posso dizer se o casal não forem firmes no começo da relação, acabará num piscar de olhos! Família é bom mas temos que nos preservar, ás vezes botam fim ao namoro numa única briga! Dores que carrego até hoje, e que ainda não esqueci, penso que qualquer dias desse, eu possa encontrar e reverter essa situação!

    Rosana

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  7. Um tema que muitos se fazem essa pergunta! E "eu' particularmente não vivi, mas tenho amigos que relatam e dizem que é "um Deus nos acuda", kkkkkkk. Pode até ser engraçado quando se manifestam dessa forma, mas tem que ter muito jogo de cintura, pra não atropelar ninguém. Todos os dias tem que cultivar esse sentimento tão bonito e nobre, só quem ama de verdade enfrenta qualquer obstáculos que a família impõe.

    Abraços Érika

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  8. Uma dica q poucos percebem quando vamos conhecer a família da namorada, notar certos comportamentos q possam dizer algo e entender se valerá a pena ou não insistir no relacionamento. Sim devido q é no convívio q vamos conhecer todos! Sem máscaras... daí por diante tiremos as conclusões "se vale a pena amar"..... Grande autor aqui..

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  9. Amar pode valer a pena sim!! Pois quando se ama, se faz valer a pena. Nem a família poderá intervir num relacionamento onde as 2 pessoas estão dispostas a fazer dar certo.E para que isso ocorra há necessidade de que ambas as partes envolvidas se doem por inteiro,sem falsas promessas,sem mentiras,com comprometimento,respeito e cumplicidade.O início de toda relação vem marcado por aquela paixão avassaladora,que faz o coração bater mais forte só de pensar naquela pessoa,que dá aquele friozinho na boca do estômago só de ver aquela foto do skype subir e te mostrar que ele/ela acabou de ficar online,nessa fase você quer estar junto 24 horas,tem assunto para longas e animadas conversas,topa qualquer tipo de programa,mesmo que ele seja de índio,vai até o fim do mundo,e de ônibus(kkkkk)por ele/ela.Já ouvi dizer que a paixão dura 2 anos. Após essa fase o fogo da paixão dá lugar a um sentimento mais morno,mais tranquilo: o amor,e as vezes a gente sente falta daquele sentimento louco e sem juízo que um dia nos fez fazer e sentir coisas que nunca tínhamos imaginado.Aí começam as cobranças,mas penso que isso só irá acontecer quando uma das partes não está dando a devida importância aos sentimentos do outro,onde o egoísmo rouba a cena e o “nós” deixa de existir.Amar não é uma rua de mão única,assim como todos os outros relacionamentos não o são.Tudo que vai tem que voltar,você nunca será feliz se só fizer ao outro e nunca receber de volta,pelo menos o carinho e a consideração necessários a te manter disposto a continuar se doando tanto.A felicidade do outro tem que ser a minha,assim como a minha tem que ser a do outro.Não adianta apenas uma das partes emanar bons sentimentos,os 2 tem que estar em sintonia.Fases ruins,momentos difíceis,rotina,tédio,”família”, isso tudo faz parte de qualquer tipo de relacionamento,nada será perfeito o tempo todo,mas se houver amor,até os dramas familiares serão encarados,tolerados e vencidos.
    Difícil essa arte de amar!!! Mas vale tanto a pena,que ninguém nesse mundo gosta de estar sozinho.Triste mesmo é estar sozinho junto a outra pessoa.Ninguém completa ninguém,é aí que a gente se engana,o correto é cada um ser completo e conseguir fazer com que o outro transborde.
    Nossa Renato,quase não consigo parar de escrever,é assunto pra mais de metro.kkkkk
    Ótimo seu texto,como sempre!!! Polêmico e reflexivo. Parabéns!!

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  10. Olha não acredito q tudo seja mil maravilhas, conviver com família q tenham vários comportamentos e atitudes adversas. mas, se houver amor de verdade, tudo fica mais sociável de entender e respeitar o jeito de cada um! Pense vc é um estranho no ninho! Vão ter q se acostumar com o seu jeito também! Então meu amigo nada de julgar se a sua namorada vai parecer com pai e mãe no futuro! Aprenda a viver o momento, porque o futuro só a Deus pertence!

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  11. Patricia Ramos Sodero5 de dezembro de 2013 23:00

    É,Sr. Autor.Tocou em dois temas que envolvem pessoas e condições sociais.Digo isso, pensando que FAMÍLIA é a base de tudo em nossas vidas.De onde vem nossa educação,forma de viver,de se relacionar com o próximo e de respeitar nossos limites.Quando nos tornamos adultos,temos o sonho de formar a nossa FAMÍLIA.E muitas vezes,ao escolhermos a pessoa com a qual iremos dividir a vida,nem sempre agradamos a todos que fizeram parte do nosso crescimento.Sempre haverá um que vai falar que poderíamos ter escolhido melhor.Mesmo sem saber qual sua origem.Acredito que comentários construtivos,como sempre digo,levam para um caminho bem melhor,caso a família queira fazê-lo.Mas,logo de cara,dizer que uma pessoa é isso ou aquilo,é assim ou assado,julgar sem procurar saber de nada,sem ter interesses em conhecer melhor,não tem nexo.Isso tem outro nome,em meu contexto,que prefiro nem comentar.Roupas,cabelo,jeito de falar.....definitivamente,não mostram o caráter da pessoa.E outra coisa:mesmo que sua família esteja certa em suas análises,na questão da escolha da pessoa,acredito que devemos ter a certeza por nós mesmos.Ou seja,se a pessoa não for de bons costumes,mal caráter,aproveitadora,nós é que temos que enxergar com o tempo,com a convivência.Ai,toma-se a atitude certa.Amar é o sentimento mais puro e verdadeiro que um ser humano pode ter.E eu continuo acreditando no Amor.Acho que duas pessoas podem compartilhar suas vidas,enfrentando os obstáculos que a mesma nos prepara,de uma maneira sadia e com muito respeito.E não devem deixar a FAMÍLIA de origem,se intrometer,a não ser que sejam solicitados.Muito difícil falar de dois assuntos tão ligados e que no fundo,acabam tendo o mesmo siginificado,mas de forma diferente.Amamos mãe,pai,irmãos(ãs),tios(as),primos(as)...Mas amamos também,a pessoa que escolhemos para viver ao nosso lado.E não podemos deixar de pensar que essa pessoa escolhida,também tem uma FAMÍLIA!Agradeço mais uma vez,Renato,por um texto tão bem dirigido a todos os seres humanos,que um dia esperam construir suas próprias famílias,ou que por algum motivo,já puderam passar por experiências e hoje fazem algo para melhorar,seja para ficar sozinho(a),ou tentar um novo relacionamento.Bjs e meus parabéns!

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  12. Costumo dizer q qdo iniciamos um relacionamento devemos ter a consciência de q esta pessoa tão especial traz de brinde um pacotão, q pode ser o super presente q faltava em sua vida cm tbém pode ser um verdadeiro presente de grego... Por melhor q seja a família, sempre tem um primo chato, um cunhado engraçadinho ou uma sogra insuportável! Isto é inevitável!
    A verdade é q não é só a família do outro q é torta, tds elas são tortas, inclusive a nossa, não é msm?! Devemos lembrar q a influência dela ou não na relação depende da nossa permissividade. As pessoas não dão palpites apenas por serem chatas ou intrometidas, mas tbém pq nós as deixamos fazer isto. Portnt, cabe ao casal dosar esta invasão.
    Da msm forma, nós trazemos sentimentos de revolta e traumas de outros relacionamentos e deixamos q eles influenciem antes msm q as coisas aconteçam... Já entramos no relacionamento imaginando até qdo vai durar ou trocamos alianças pensando na dificuldade q dará pra separar. Vivemos fazendo comparações entre o novo relacionamento e o anterior e esquecemos q cd pessoa é uma pessoa diferente e q só pq não deu certo antes não significa q não dará certo nunca...
    Trazemos mtas influências da nossa criação mas tbém recebemos uma enxurrada de informações externas q remodelam a nossa maneira de ver a vida e de viver. Mas isto pode nos fazer perder ou esquecer as nossas origens. Por + sofridas ou humildes q elas sejam são as verdades q trazemos e tds elas tem um gde valor.
    Diante destes fatos q parecem tão contraditórios, nosso desafio é saber dosar cd um e mantê-los em harmonia. Saber viver o novo amor em td sua essência e jamais esquecer q família será sempre o nosso porto seguro.
    Mto boa esta sua prosa 2 em 1, Sr. Autor! Um verdadeiro desafio q está presente na vida de praticamente tds as pessoas. - BJSSS - Edneia

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  13. Coisas do coração não temos controle, quando se vê já estamos envolvidos q apesar de tantos conflitos entre família, vale a pena amar sim. Manter um relacionamento nos dias de hj é um desafio "prova de amor"! Mesmo q muitos não acreditem mais nisso, vale a pena tentar, viver só não faz bem a ninguém. Olhar positivo q vai dar certo mesmo q por pouco tempo, mas foi se envolveu, sentiu a emoção de ter sido amado por aquela pessoa q só lhe deixou saudades, enfim.
    Desculpe aqui seu autor mas tem q repensar seu jeito de ver relacionamento, acho tu muito incrédulo a isso!! Vive escrevendo textos q só repassam amargura e infelicidade, creio q todos um dia encontrará a pessoa certa! Ana Paula.

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