segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Experiências




   Olá pessoal, tudo bem? Agradeço a todos o apoio recebido através de comentários tão consistentes no texto anterior. Fiquei emocionado com posicionamentos tão sinceros e assertivos (Caracas! Em cada frase eu tinha a nítida impressão do relato de um pedacinho particular de fatos já vivenciados por vocês; fossem nas opiniões concordantes ou divergentes da minha explanação); o que foi muito proveitoso para a elaboração do texto de hoje.
Saibam que isso, cada vez mais, fortalece o meu desejo de continuar firme nessa arte que chega até aí de forma sincera – esse reconhecimento obtido em cada comentário é maravilhoso e me deixa muito lisonjeado.
Em vocês eu me espelho e por vocês trago comigo os melhores pensamentos; sem isso eu não teria a mesma alegria e inspiração para seguir.
E vamos em frente para mais uma reflexão da vida.
Esse texto trata de vivências muito particulares no decorrer dos últimos tempos. E, primordialmente, com a minha visão formada depois de tudo acontecido em pequenos episódios muito particulares no convívio geral.
Por causa dessa visão mantenho a consciência que cada um de nós é uma potência em movimento, uma força que gera um resultado por suas escolhas e ações.
Portanto, todo resultado que cada um consegue gerar em seu processo de vida, representa aquilo que a pessoa é.
Dito isto, então, vejo que não é possível me colocar numa posição de vítima achando que a culpa é sempre do outro pelo resultado da minha própria existência.
Assim, digo que, basicamente nessa vida, tudo depende de conhecimento / esclarecimento – o que tenho buscado com tanto afinco nos últimos tempos para melhorar o meu Ser.
Percebi (nem tão tardiamente) que para adquirir conhecimento é necessário viver experiências. Para viver experiências se torna obrigatório criar a ação: isso se chama motivação. Por meio da motivação, que gera a ação, se tem a chance de envolver-se em algo para conhecer. E esse conhecimento traz segurança. A segurança dá poder sobre o que já se conhece. O poder gera domínio, e o domínio desemboca em liderança. Essa liderança faz desenvolver confiança. A confiança afasta a insegurança trazendo mais tranqüilidade para viver.  
Well, quando se está confiante e seguro em qualquer situação, gera-se uma força que produz um resultado. A consciência deste resultado é que vai permitir que se receba, por meio destas ações, aquilo que se quer ou não da vida.
Desta forma, todos nós evoluímos de uma inconsciência para a consciência.
    Para que se possa transitar nesse ciclo é indispensável vivenciar as experiências da melhor forma possível, e sem medos.
Todos nós somos forçados, quer queiramos ou não, quer acreditemos ou não, a evoluir frente a tais experiências.
Quando as experiências se tornam densas e pesadas, então, automaticamente, os processos ficam um pouco repetitivos.
Observando pelo lado pior: quando as experiências repetitivas são ruins, é importante avaliar dentro de si mesmo o que se fez (ou faz) ao contribuir para este resultado. Afinal, cada um é responsável direto por aquilo que acontece por suas ações, não é mesmo?
O que não vale a pena é se sentir culpado e nem culpar os outros por algo que não deu certo (falei algo assim no começo).
Veja bem: por meio desse processo de culpabilidade você acaba se colocando como um (a) coitado (a), querendo que as pessoas tenham dó de você para não assumir os resultados de suas ações. Quando você justifica – com os argumentos que lhe parecem justos - já está assumindo que o resultado é de sua responsabilidade; e você só justifica porque de alguma forma deseja defender a auto-estima – normalmente, ou quase sempre, colocando a culpa em alguém ou transferindo a responsabilidade dos seus atos para alguma ação do outro que você achou descabida.
Toda vez que alguém justifica está no fundo denunciando que é responsável pelo resultado. Só que a pessoa, ao transferir a culpa para outro, dá a falsa sensação de que é vítima quando não é (e assim caminha a humanidade).
Na sociedade que vivemos as pessoas têm medo de assumir a responsabilidade pelos resultados; porque têm medo de serem julgadas, criticadas e rejeitadas. 
A verdade é que é muito comum que as pessoas carreguem consigo o sentimento de rejeição. Pois, afinal de contas, está todo mundo criando certo ideal do que gostariam de ser, e acabam rejeitando o que são (e vivem inconformadas com a vida). As pessoas também criam um ideal do que elas gostariam que as outras pessoas fossem, e automaticamente elas estão rejeitando as pessoas como elas são (sempre rejeitando o modo de ser dos mais próximos).
Caracas! Rejeição de si próprio e do outro em cascata. Isso vira um inferno para todos nós quando somos pouco evoluídos.
Se você é uma pessoa que rejeita o outro, ou o modo de pensar do outro, é por que você não aceita a realidade, mas valoriza a ilusão. É claro que pensando assim você irá sofrer com desilusão e decepção sempre que tentar o melhor para si sem pensar no outro (egoísmo) e o pior para os outros pensando unicamente em si (descaso).
A sensação que se tornará permanente em sua mente será aquela: “Nossa! Deu tudo errado outra vez. Parece que já vi esse filme antes”.
Com essa repetição os processos começaram a ficar densos e arrastados no decorrer dos tempos, e você aos poucos se apercebe disso. Os mecanismos de auto-sabotagem acabaram estabelecendo um vínculo direto nas suas ações. O sentimento de lenta estagnação vai aumentando quando consecutivamente nada dá certo.
Nesse momento entra como parte da história a catarse (o que é catarse?) – como diria Aristóteles: purificação através do drama, da perda e do sofrimento emocional.
Diante dessa situação existem duas opções a seguir: ou se aprende pela pré-consciência, indo diretamente para consciência; ou entra diretamente na catarse – na segunda opção todos um dia são forçados a evoluir nesse processo de sofrimento.
Bem, se você acredita que isso já aconteceu ou não, mesmo assim pode parar agora para fazer uma pequena reflexão: veja que tudo o que você tem como pré-consciência de algo negativo, nunca mais se repetiu do mesmo modo na sua vida (você aprendeu a não mais confiar cegamente nas pessoas).
Aí criamos novas hipóteses para analisar a mesma situação: uma delas é saber do domínio, ou não, que existia sobre a sua própria consciência. E por que diante disso, durante muito tempo, passou a querer tirar vantagem sugando e se sentindo superior aos outros – atitude que indubitavelmente acaba corrompendo qualquer ser humano em seus princípios comportamentais básicos. A segunda: por que fora tão ingênua e inconseqüente, tornando-se uma pessoa vulnerável ao se colocar indevidamente em situações que podiam destruir a sua reputação, ou até a reputação de outros?
Normalmente, quando aparecem esses dois extremos, vemos que surge de um lado aquela pessoa boazinha que acaba se relacionando com uma pessoa que gosta de tirar proveito em todos os sentidos (geralmente uma pessoa autoritária que sempre vai maltratar a boazinha). A sensação que fica para esta pessoa boazinha é que ela está sendo usada. Mas para a outra, isso nem é percebido no contexto geral, pois, é uma coisa tão natural ou com a qual já está tão acostumada, que acaba se ofendendo quando algum comentário é feito sobre a situação de exploração. 
É muito comum testemunharmos algumas relações onde de um lado tem esse alguém muito autoritário, dando as cartas para a outra pessoa que está completamente subjugada. Uma cena triste, e a se lamentar, pois aquela pessoa que se sobrepõe a outra, por necessidade de afirmação, ou de diminuí-la com autoridade exacerbada, na verdade não sabe o real sentido da autoridade. Não sabe que até para existir autoridade é necessário equilíbrio e bom-senso.
Enquanto esse alguém autoritário precisar difamar o outro e diminuir o outro, para que falsamente se sinta melhor; ou enquanto precisar mostrar os pontos negativos e ruins dos outros com comentários depreciativos e fofocas (de todos a sua volta), significa que esse alguém está no pior da sua própria existência.
Em todos os meios que vivemos as pessoas atropelam umas as outras com suas opiniões fora de propósito – falam mal de familiares, amigos, companheiro (a) de relacionamento amoroso e companheiros de trabalho.
Geralmente é uma pessoa autoritária que age assim; e quando essa pessoa autoritária percebe que o outro atingiu um resultado mais positivo em seus esforços, ela se preocupa em primeiro criticar e buscar defeitos, - tomada por inveja - ao invés de fazer elogios. Toda pessoa que faz esse tipo de julgamento é porque no fundo tem um forte complexo de inferioridade - ao se comparar ela se sente inferior. Fica bem claro na cena que a crítica sempre será destrutiva – isso acontece com muita força no ambiente familiar cheio de rivalidades, no corporativo cheio de inveja, no relacionamento amoroso e de amizade por ciúmes.
Observando as coisas assim vejo que, conforme os comportamentos assumidos diante da vida, ou do outro, é possível definir os resultados desastrosos gerados através de atitudes e posicionamentos equivocados.
Não existe coisa pior e mais feia que uma pessoa descontrolada - quando a ira, a cólera e aquela energia vermelha subindo em seus olhos geram desequilíbrio e um melodrama. E ela acaba tomada de uma pobreza de espírito reclamando todo o tempo da vida; julgando, criticando, cobrando e justificando. E aí, automaticamente, vai se transformando numa pessoa azeda, amarga, intragável e descontrolada que ofende ou ignora os outros (aí observamos: “Ela se acha dona da razão”).     
É interessante saber que a experiência adquirida nos ensina, - ela nunca nos pede a mudança dos outros - ela sempre ensina a lidar com os outros ou romper algum tipo de padrão antigo que não deu certo - e de preferência incorporar algum conhecimento positivo de tudo isso para transitar melhor no processo evolutivo. 
Entendo que esse processo das experiências repetitivas, juntamente com a catarse, é uma oportunidade de rever comportamentos e posturas diante da vida. E se isso não é feito pela pré-consciência (que guarda experiências passadas), a pessoa (ou a gente mesmo) acabará se sentindo culpada ou culpando os outros por culpas da vida toda (me refiro tanto ao bonzinho como ao autoritário) - o que no final chamaremos de caso sem solução para ambos, ou popularmente de: “Tal pessoa não tem mesmo jeito” – um por ser subserviente demais e o outro por ser arrogante em seus posicionamentos diante da vida.
Parto do princípio que não existem experiências boas ou ruins, existem, sim, experiências que nos ensinam a lidar melhor com a vida; feitas com a energia transmitida nas relações que levam ao conhecimento e à evolução interior.
É assim que tenho insistentemente tentado aprender, para uma vivência melhor em todos ambientes por onde transito; sempre respeitando as diferenças e tirando de cada nova experiência o melhor que posso sem nenhum preconceito. Afinal, somos todos cúmplices na troca de energia, pensamentos e experiências vivas que movimentam o universo. Somos seres humanos aprendendo a cada novo dia, e carregamos com isso um lastro de erros e acertos; seres que emanam energias que atingem outros lugares e outras pessoas no infinito da vida, e, essencialmente, estão em busca do conhecimento que há entre os céus e a terra, que vai muito além do que pressupõe nossa vã filosofia – como diria Shakespeare.
Hoje fico por aqui. Até a próxima. Abraço a todos.

   

10 comentários:

  1. Patricia Ramos Sodero9 de dezembro de 2013 23:48

    É,Sr.Autor.Todas ações,geram reações.Às vezes boas,outras ruins.Em nossas vidas,passamos por diversas experiências que vão nos tornando seres humanos modificados.Em certos casos,de desilusões,decepções,passamos a ser “fechados”e na maioria das vezes,impensadamente,agimos de forma egoísta,querendo o mesmo com o próximo.Não poderia ser assim.O que recebemos,não devemos desejar ao próximo.Devemos mostrar que somos seres superiores e que temos o “dom”de ensinar através de nossos sofrimentos.Precisamos fazer uma análise,dia após dia,daquilo que não gostaríamos que fizessem conosco.Sendo assim,já teríamos e sentiríamos na pele cada uma dessas atitudes.Seríamos capazes de pensar mais.Experiências de vida podem transformar nosso cotidiano.Nos transformar em seres muito melhores,dedicados e que de uma forma ou outra,sonham e esperam mais do próximo.Críticas construtivas,sempre serão bem vindas.Sempre.Como digo;se não sabe ajudar,não quer mudar,não sabe falar algo que “eleve”o astral de outra,o SILÊNCIO vale ouro!É apenas uma dica que coloco.Renato,você soube aqui,relatar algo que talvez muitas leitoras não pararam para pensar.Não é porque algo que não deu certo em sua vida,vai prevalecer para sempre.Não há mal que dure para sempre.Vamos aplicar as dores que sentimos em boas ações.E saber agradecer as pequenas atitudes,pois por detrás delas é que existe um grande homem ou uma grande mulher.Parabéns por mais esse lindo texto,mais complexo e de muita utilidade para cada um(a) dos(das) que te acompanham e conhecem as reflexões que nos passa. Bjs e até o próximo....

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  2. Meu camarada Renato suas reflexões aqui abordando sobre experiências podem ser vistas de várias maneiras, cada leitora sua tem a sua percepção de aceitar ou não cada ideologia q propaga aqui. Mas, o q conta são várias formas de entender tudo isso, posso ir além se influenciará na vida de cada um (a)..A realidade é outra meu caro cada ser humano reage de uma forma, q pode levar ao pedestal ou então, direto pro lodo!

    Juan

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  3. Gostei do que escreveu aqui e assino embaixo nós recebemos o que damos, sempre uma troca seja boas ou ruins é lei da vida. Experiência nos serve de muito aprendizado, apesar das sequelas daí extraímos forças de nos autocapacitar pra outras que surgirem no decorrer da vida. Nem tudo é perfeito mas podemos deixar algo de bom, pra quem já passou na nossa vida! Amei tudo aqui está de parabéns seu blog Renato, grande beijo!!! Rosana

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  4. É mto + fácil colocar a culpa nos outros do q assumir a responsabilidade dos próprios atos, principalmente se estes não trouxeram os resultados esperados. Esta é uma afirmação q choca aquele q procura ser justo p/ consigo e c/ os outros, porém, a maioria das pessoas age desta maneira.
    Ora, bastaria pensar q cd um é senhor de suas escolhas e, consequentemente, é tbém senhor do fruto gerado, portnt caberia a ele assumir e corrigir qlqr erro indesejado. Parece tão simples, não é? Mas não é, pq um dos maiores defeitos do ser humano é querer tirar proveito de td e, se não der certo, jogar a culpa no outro, saindo de fininho cm vítima da história. Mas isto não acontece simplesmente por maldade das pessoas. É cm vc disse Renato, temos mtos medos e mecanismos de autossabotagem q entram em funcionamento td vez q nd dá certo! Mas não há outra forma de adquirir conhecimento de vida se não for pela vivência. Cd um de nós deve avaliar as consequências de seus atos, sejam elas boas ou ruins, e retirar a essência p/ o crescimento interior.
    Infelizmente, de tão comuns, os atos manipuladores acabam parecendo normais e nós acabamos esquecendo cm ser diferentes disto. Para q isto não se propague +, mudanças são necessárias e elas devem ser iniciadas em nós p/ q contagiem os outros.
    Acredito q somos seres c/ a missão de aprimorar nosso espírito e q cd um de nós é capaz de aprender e de realizar os msms feitos. Cm diria um dos maiores líderes de tds os tempos: "Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar" (Nelson Mandela).
    Parabéns pelo texto, Renato! Grata pela bela oportunidade de reflexão e crescimento.
    BJSSS - Edneia

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  5. VAMOS SER PRÁTICOS AQUI NEM TUDO É FLORES CONCORDO, MAS APONTAR O Q CADA UM É E O QUE DEVE FAZER JÁ PRETENSÃO DEMAIS. O Q CADA UM VIVE OU JÁ VIVEU SABE A DOR E A ALEGRIA Q LEVA PRA SUAS EXPERIÊNCIAS FUTURAS. DIZER ISSO OU AQUILO É FÁCIL QUERO VER SENTIR E EVOLUIR MESMO SE TORNANDO UM SER MELHOR TANTO NA FAMÍLIA E PERANTE A SOCIEDADE.
    VIVEMOS NUM MUNDO ONDE SÓ TEM INTERESSES AFETOS NÃO ESTÃO EM RIVALIA MAIS.... ESTOU TÃO DESACREDITA NAS PESSOAS MEU CARO AUTOR, Q SE ALGUÉM SE APROXIMAR QUERENDO SER "AMIGO" JÁ ME VEM A MENTE "QUAL SERÁ O INTERESSE DESSA PESSOA, QUE VANTAGENS VAI REQUER DE MIM!!!" INCRÍVEL NÉ... PENSAR ASSIM MAS AS PESSOAS JÁ SE MOSTRAM A Q VEIO. VALÉRIA

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  6. Na minha visão todos são culpados os q cometem e os q permitem, ninguém é vítima aqui, o fato é aceitar q nem sempre dará certo e pular fora antes q a coisa vire merda com ofensas, brigas e discórdias como tem muito. Mas dá a mão a palmatória e sair duma relação com dignidade e respeito isso são poucos q fazem, se sentindo humilhados e rejeitados vão a loucura com a sede de vingança, achando normal tal atitude grotesca!
    Experiências nos servem pra acrescentarmos e não diminuirmos jamais se permitir a usar meios baixos, achando q isso vá fazer vc melhor. A vida é assim gostamos mais ou menos nunca é igual, o q podemos aceitar é se vale a pena ou não.......

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  7. Meu admirável autor quando todos tiverem coragem de sair da "zona de conforto" e pararem de chorar o leite derramado, aí a coisa vira! Sabe ficar aqui batendo na mesmice cansa, esqueça, revirar o passado só vai machucar. Todos estão a procura de amor, carinho, atenção e lealdade, deixa acontecer se vier beleza se não segue sua vida e pronto! Ninguém é de ninguém, nascemos e morremos sozinhos estamos de passagem nesse mundo tão cheio de tragédia e envolve relacionamento doentio, os noticiários mostram a mais triste catástrofe... Bom não procurar chifre em cabeça de cavalo!!!
    Temos que ser felizes estando só ou não, procurar compaixão e auto-piedade é acabar com a própria auto-estima! Abraços!

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  8. Experiências..... Umas dolorosas e outras construtivas e vamos carregar pro resto da vida. Nada o q eu venha escrever seja diferente dos outros comentários seu Autor, por isso encurto o meu comentário apenas dizendo: " que em 2014 seja melhor q esse ano q está acabando", pode ser meio q antagônico mas é o q desejo.... Pensar no presente e no futuro é o q importa nesse momento, o passado tem q ficar lá traz, sermos felizes com o q temos e podemos. *-----*

    Amanda

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  9. Quem sabe um dia a gente possa ter mais malícias na hora de se relacionar, só assim pode-se evitar grandes traumas futuros... Temos a primeira vista quando conhecemos alguém "boa impressão", e nada aparente q possa induzir algo de estranho naquela criatura, certo!
    Mas, as coisas vão mudando no decorrer do namoro, vai se revelando traços de personalidade... atitudes, comportamentos até então camuflados, e isso gera uma grande decepção e arrependimento por não ter se precavido antes... Penso q estamos sujeitos a todo tipo de situações, só q temos escolhas. As experiências me servem q nem tudo são flores... acarreto os espinhos q permaneceram como alerta,pra não cair de novo...

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  10. Realmente a experiência quando vem acompanhada de sabedoria é muito bom.Principalmente para que não seja cometido os mesmos erros,mas também que não ficamos achando que só por ter a experiência já sabemos tudo e talvez deixamos de viver novas sensações,Parabéns pelo belo texto.Beijos

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