sexta-feira, 13 de julho de 2012

Bateu, levou!


Pensar hoje e fazer amanhã – assim todos nós deveríamos agir quando provocados. Pois, amor, desejo, raiva e medo são emoções com grande potencial para transformar qualquer tipo de relacionamento, seja para melhor ou para bem pior. Muitas vezes somos tomados por iniciativas extremamente prejudiciais a nós mesmos e que no fundo acabam provocando arrependimento. Mesmo que saibamos estar com a razão, não vale a pena agir por impulso, ou abrir mão de uma arma tão poderosa que é o raciocínio na hora de adotar uma posição. É sempre bom saber quais motivos levaram a outra pessoa a agir de certo modo com você, isso, antes de tirar conclusões precipitadas. Sei que é difícil, porém, é adequado analisar a situação com um certo distanciamento emocional; já que os objetivos escolhidos podem ser definitivos e até traumáticos para as partes envolvidas. A fúria, sem dúvida, é uma reação complicada e impulsiva. Através dela fechamos os olhos para o perigo, ainda sabendo que no fundo ele existe na resposta daquele a quem atacamos ou ignoramos. Na grande maioria dos casos, nosso ímpeto faz com que ultrapassemos limites; infringindo leis de comportamento e respeito ao próximo, ou até mesmo a familiares do próximo que nunca chegamos a conhecer. A reação a isso sempre vem por um ato mais primitivo, principalmente quando gritamos, esmurramos móveis ou até partimos para cima daquele indivíduo por quem nos sentimos afrontados. Em alguns casos acabamos injustamente fazendo acusações contra o modo de ser daquela pessoa que um dia gostamos admiramos; com toda certeza nos precipitamos nessa cegueira. Ficamos obcecados por uma resposta de que temos razão.  Na hora que os músculos retesam, o coração dispara, a mão sua e a respiração fica ofegante, é que devemos reconhecer o sinal de que se deve contar até 10, ou até 1000 antes de falar uma besteira para qualquer alguém.
     Sim... Eu sei... Existe aquela voz interna que pressiona todo o tempo. E não ouvimos nada além do: “Vá em frente, ferre essa besta-fera que te feriu não reconhecendo o seu sentimento tão belo!”. Ou então: “Ligue e diga que não consegue viver sem esse amor”. Olha só... Que dúvida cruel é essa que nos toma de sopetão num momento de repensar os fatos? Obviamente, não há como antecipar as conseqüências daquilo que fazemos aos outros nesses momentos impensados. Na minha opinião: autocontrole não é repressão de emoção. É apenas um jeito de dimensionar aquilo que pode ou não fazer bem a nós, ou a um grupo de pessoas que nos cerca, incluindo a família. Mesmo sabendo que ao engolir desaforos acabamos praticamente jogados ao chão como um trapo, é melhor elaborar bem as respostas antes de tomar qualquer atitude. Justamente porque pessoas que ofendem gratuitamente e com ar de superioridade, só respeitam quem tem algo muito forte e bem embasado para um contra-ataque que pode acabar mal para um dos lados ou para ambos. Ainda sabendo que tudo que tenha dado ensejo a um grande trauma, fosse baseado em acontecimentos verdadeiros que tomaram a forma de crítica construtiva.
Trocando em miúdos: é sempre melhor pensar antes de agredir verbalmente alguém com palavras de desprezo e falta de consideração, porque nem todo mundo tem sangue de barata e aguenta seguidamente humilhações. Eu mesmo fui um dia testemunha de fatos assim - acho que coisa semelhante já aconteceu com muita gente – isso por ter convivido ao lado de pessoas com grande dificuldade para aceitar um não como resposta em situações bobas e até mesmo receber algum tipo de crítica contra um comportamento fora do padrão aceitável; isso em termos de bons modos e compreensão de fatos corriqueiros.
     Certamente, a satisfação imediata que sentimos ao ceder a um impulso de desforra com alguém que nos maltratou, em nada se compara ao desejo fraco de ter autocontrole nessa hora. Tudo porque queremos nos sentir de alma lavada. E a única recompensa completa por isso é o prêmio obtido por ter conseguido devolver na mesma moeda. No entanto, sabendo que isso eleva a auto-estima de um jeito ruim, é melhor resistir a tentação de fazer algo pior para sentir orgulho de si mesmo. Agindo assim, com certeza absoluta, demonstrará ser superior àqueles por quem foi ofendido. E saberá que não existe alguém tão ruim que não possa piorar ou uma dívida que não possa ser paga com um sorriso sarcástico de satisfação. Afinal de contas, o caráter leviano de uma pessoa pela qual nos iludimos, a gente só reconhece vendo de perto e bem de pertinho mesmo. Confesso que eu vi um dia tudo isso numa criatura esnobe e solitária que vivia limitada por uma vida medíocre, porém, segura materialmente. E o que mais buscava em qualquer pessoa era criticar as qualidades que lhe faltavam. Quando alguém age assim e quer  destruir o outro psicologicamente, você aprende que, nessa situação, a melhor forma de enfrentamento é por meio do conceito de reciprocidade. Bateu, levou! A raiva e o ressentimento são emoções com grande potencial para transformar qualquer tipo de relacionamento para pior do que já era. Então... Por que não ser legal? É bem melhor, você não acha? Faz bem para saúde e não causa escândalos vexatórios. Sorria, viva a vida com felicidade e não com melancolia! Faça o bem. Respeite as pessoas. Faça amor, não faça guerra. É dando que se recebe... Coisas boas sempre. É assim que deve ser, assim que deveria ter sido sempre. 

14 comentários:

  1. Eu procuro pensar sempre antes de fazer qualquer coisa, embora as vezes me dê vontade de fazer coisas por impulso.
    Legal o texto, nos provoca reflexão.

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  2. Gostei do texto..é mesmo muito complicado falar sobre isso.
    Bom ,na minha opinião, acho mesmo que deveríamos nos conter, contar até 1000, pensar antes de falar ou antes de agir...mas quem disse que é fácil,dependendo da situação em que se está vivendo, é difícil agirmos assim.
    Sei que existem várias pessoas que conseguem ser pacientes ,que sabem esperar a hora certa ,confesso que não sou uma dessas rsrs..já agi muito por impulso ,por raiva ,por me sentir enganada ,ou humilhada tanto em atos como em palavras e, confesso também que já me dei muito mal por isso ,tive consequências que não gostaria de ter tido, mas por raiva ,por não pensar e não saber lidar com emoções contraditórias me dei mal...
    Mas enfim ,se as pessoas em geral, seja em qual tipo de relacionamento for ,soubesse conversar, ser verdadeiros ,não serem tão mesquinhos pensando só em seu ¨EU¨ ,com certeza não haveriam tantos atos impensados ou o Tal de Bateu, Levou , porque como diz o nosso autor ,deveríamos viver em paz ,ser feliz ,é assim que deve ser ,é assim que deveria ter sido rsrsrs...Parabéns ,beijos.....

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  3. Patricia Ramos Sodero13 de julho de 2012 12:32

    Olá,Renato...
    Sem dúvida nenhuma,esse texto revela uma crítica àquelas pessoas que,ao se sentirem mal tratadas,em palavras,querem dar sua resposta a altura.Porém,é fato que,devemos analisar se não é uma crítica construtiva,para fazer a pessoa melhorar ou até mesmo,se auto analisar,e ver se realmente está certa ou não.Quando trata-se de relacionamento,isso pesa mais....nem sempre seu (sua) companheiro(a),vai entender....
    É claro que tentamos sempre mostrar o lado que satisfaria ambas as partes....mas existe o egoísmo também....por isso que,muitos casais acabam separando-se,mesmo se amando.Muitas vezes, o silêncio vale mais que muitas palavras....
    É mais fácil refletir no silêncio....não magoamos quem gostamos,amamos,queremos bem....e chegamos a uma conclusão para mudarmos ou não nossas atitudes....
    Mais um texto onde podemos refletir como agir com as pessoas....o ser humano é sem dúvida,um ser complicado.
    Belo texto....não demore tanto pra escrever outro...sentimos falta dessas reflexões...e precisamos disso...
    Bjs e até o próximo...

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  4. Que mundo perfeito seria esse!!! Onde as pessoas pensam antes de agir, deixando de lado seus sentimentos, agindo apenas pela razão e nunca dando chance a emoção. Um mundo de robôs não acha? O amor, o desejo, a raiva e o medo são inerentes aos seres humanos, não podemos ser máquinas que calculam como agir.
    Concordo com o autor que isso seria a forma mais correta de se lidar com outra pessoa, em qualquer tipo de relacionamento, pois no calor de uma discussão são ditas coisas que muitas vezes depois nos trazem arrependimentos. Mas provocação gera reação e muitas vezes as pessoas precisam expor seus sentimentos, seria muito complicado viver e nunca poder dizer o que nos faz infeliz, seria um mundo muito “cor de rosa”, onde as pessoas só se expressassem quando estivessem felizes e realizadas.
    Acho que tem que ter respeito mútuo, demonstrar insatisfação não quer dizer faltar com o respeito, ou até mesmo partir para uma agressão física, aí sim acho que tem que prevalecer o bom senso. Não acredito no tal do “dê a outra face”, nesse mundo o “bateu, levou” é muito mais praticado, não importando no momento, as conseqüências que isso trará, nisso a gente só pensa depois que já é tarde demais.
    Mais um ótimo texto, que nos faz pensar e repensar em nossas atitudes, em nossos valores e em como estamos agindo nesse mundo. Parabéns Renato!!!! Bj.

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  5. Parabéns,de novo vc nos toca o coração com seus textos maravilhosos.Não sou uma pessoa pessoa explosiva,pelo contrário na maioria das vezes nem falo o que tenho vontade, e isso tbm não é bom,mas tbm sei que no calor das discussões não é a melhor hr para falarmos tudo que temos vontade,por isso que até nessas horas temos que ter dois pesos e duas medidas,esperar as ânimos esfriarem, para que ai sim, conversando e não discutindo possamos chegar a um acordo,sem ofensas e sem provocar mágoas futuras e quem sabe permanentes.Obrigada por esse lindo texto, aonde nos faz refletir e nos tornarmos pessoas melhores.

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  6. Bom dia Renato!

    Na sociedade ideal talvez consigamos cada vez mais adeptos a este filosofia de vida. Realmente as palavras e determinadas atitudes, uma vez proferidas ou tomadas não podem ser contidas e podem atingir alvos irreversíveis e causar feridas incuráveis.

    Boa sorte em suas próximas aventuras literárias! Viaje bastante em suas emoções e seja feliz!!! Bjs.

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  7. É verdade, você não dar o troco e uma resposta atravessada e desaforada, demonstra superioridade. Mas as vezes, quem quer ser superior????
    Ser superior é bem legal, mas as vezes você não consegue se sentir superior sem se sentir idiota também.
    Alguns momentos, situações e principalmente pessoas te irritam tanto que só uma resposta bem desaforada é capaz de descompilar seu figado, amenizar sua ira, e, melhor do que descongestionante, te fazer respirar de novo.
    Mas concordo absolutamente que o ideal é contar até 20, e utilizar esses 20 segundos para responder duas perguntinhas.... porque me irritei tanto, e o que significa essa pessoa para mim...
    Na maioria das vezes vai perceber, ou que o problema é seu e não de quem praticou o ato, te machucou porque tocou em algo mal resolvido na sua vida, ou então que esse(a) fulano(a) não significa nada pra você. E depois dessa rápida análise consegue percebe que nem foi tão importante, ou que precisa cuidar de seus fantasmas, ou que o tal fulano é tão ridículo que só merece o desprezo, ou então solta o verbo e os cachorros para o tal fulano.
    Quando você consegue respirar e dar o seu melhor desprezo, tenha certeza que o outro será bem melhor castigado, porque não há dor pior ou maior do que a do desprezo.
    Então costumo treinar minha ira, e só em alguns momentos ela se torna incontrolável.
    Prefiro dar o desprezo, sei que as vezes a pessoa pode ser tão imatura e infantil emocionalmente que pode nem perceber o desprezo, e ainda se sentir por cima da situação, imaginando que você ficou sem resposta, mas isso não é importante. O importante é como você se sente na situação.
    Todos temos o dieito de sermos infantis e imaturos em determinadas ocasiões, afinal estamos neste mundo para aprender e crescer, se estivéssemos prontos não precisariamos estar aqui.
    Mas se você se sente SEMPRE tão ofendido, e faz do tomou/levou sua filosofia de vida....acho que precisa repensar....
    Essa atitude é genuinamente da criança, e ser criança emocionalmente sempre, pode significar uma imaturidade que precisa de um olhar mais atento para si mesmo.

    Renato, gostei muito do texto. Despertou uma provocação bem interessante em mim....sempre tento ser "politicamente correta", mas é legal perceber que 1 e 1 pode ser 2 ou 11, depende de como se olha.
    Beijosss..

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  8. Nossa, esta é uma questão muito delicada, pois do autocontrole depende as boas relações interpessoais. Pessoas "explosivas" são difíceis de se lidar e estão sempre se indispondo com alguém. No momento de um desentendimento a tendência é de "atirar para todos os lados", e na busca desesperada pela defesa, ataca-se. Neste momento fala-se o que não deveria e provavelmente se arrependerá quando estiver mais calmo. E os passos seguintes podem ser cruéis, humildemente desculpar-se, voltar atrás, o que pode ser uma tarefa dificil pois isto implica em retirar algo que foi dito, mas no entanto é o que se sente, se pensa (então, mentir?). Ah, depois que inventaram a desculpa...
    Todos têm seus limites e não devem se submeter à humilhação mas, em alguns momentos, recuar e esperar acalmar os ânimos seja o melhor a fazer. Dizem que nada melhor que um dia após o outro com uma noite no meio. Para se viver em sociedade nem tudo deve ser dito e depois que as palavras foram proferidas serão como folhas ao vento e o estrago poderá ser grande.
    Que tema instigante, me fez refletir... será que controlar a impulsividade é um exercício... um traço da personalidade... prejudicial à saúde...?
    Muito bom este tema, sr. autor, amei.

    Até mais... bjo.

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  9. Nossa um tema difícil de falar,quem está certo: quem bate ou quem é ofendido.Acho que os dois saem perdendo por mais que seja o ocorrido nunca esquece.Tudo tem um preço,pagamos caro por isso,não atinge só os envolvidos e sim a família também querendo ou não e trás consequências sérias por mais que passe os anos fica a dor a infelicidade por ter agido no impulso da raiva e frustração.Uma pena que as pessoas não pensem antes de tomar qualquer atitude pra desmoralizar o outro.Pessoas que gostam de se vingar não são felizes mesmo porque são frias e cauculista já vem na intenção seja na vida amorosa,familiar,no trabalho com a vontade tirar o melhor e quando isso não acontece se manifesta da pior maneira julgando sem deixar o outro se defender acho muito triste.Eu particularmente quando sou ofendida ou humilhada me distancio não procuro me vingar acho que o tempo mostra tudo,não tenho esse intuito de pagar na mesma moeda mesmo sendo acusada injustamente ou não.Cada um tem modo de pensar.Parabéns Renato,um texto que mexeu com minhas emoções.Bjs!!!!!Andréa Cardoso.

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  10. Maria Cristina Pinheiro16 de julho de 2012 18:11

    Costumo dizer que não é necessário que ponhamos o pé pra quem nos magoou tropeçar, existe a lei do retorno, ação e reação, infelimente nosso lado passional ás vezes fala alto.Não devemos também julgar quem está magoado, cada ser humano tem seus valores e sabe o quanto doeu a atitude de quem a fez mal.Assunto complicado, que deve ser nalizado caso-a-caso.beijosssss

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  11. O tema bateu levou???Quem está certo nessa história??Difícil a resposta pois ambas as partes tem sua parcela de culpa,concorda!!!Um porque deixou as coisas saírem fora do eixo do normal e outra percebendo isso aproveitou da situação e acabou extrapolando abusando assim do sentimentos do outro.Tudo tem limites seja relacionamento,familiar e amizade não podemos deixar que pessoas dominem nossas vidas fazendo da gente gato e sapato,usando nós como degraus por puro interesse.Temos que ter cuidado antes de nos relacionarmos pra que ninguém saía machucado pois a recuperação é difícil para os dois lados.Bjs!!!!

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  12. Complicado tudo isso. Por experiência própria, o bateu levou, ficou na adolescencia. Nem piscava...ja levava. Quando nos tornamos adulto fica bem pior, planejamos detalahadamente "o levou". Acredito que esta parte se torna até cruel. Passamos horas, dias e anos planejando e executando o "levou". Nos desgastamos, deixamos de viver tantas coisas, nos ferimos mais, mas...achamos que foi válido. Depois de um tempo cansamos, percebemos que não temos feito mais nada, mas a vida vai devolvendo aos poucos as consequências para aquele(a) que "bateu". O mais engraçado de tudo é que nos viramos do avesso para acertar o alvo, as vezes só raspamos e tiramos uma fina. A vida poderosa e sábia, vem vagarosamente e devolve "o levou" a quem "bateu". Nessa hora dou risadinhas e penso: Com fui tola em perder meu precioso tempo....Hoje sou um ser humano observador e silencioso, assim não perco nadinha do que a vida devolve a quem "bateu". Isso serve para qualquer pessoa, seja amor, amigo, familiar ou mesmo um vizinho...Já chorei muito por pessoas, hoje dou risadas destas pessoas. É mocinho, gostei do assunto. Agora eu vou indo ser feliz. bjks no coração.

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  13. UM TEMA INTERESSANTE ESSE "BATEU LEVOU",O MUNDO NOS ENSINA A REVIDAR COISAS QUE OS SERES HUMANOS NOS PREJUDICA EM QUALQUER SITUAÇÃO SEJA TRABALHO,RELACIONAMENTO E AMIZADE.VIVEMOS NUMA SOCIEDADE HIPÓCRITA ONDE PESSOAS SÓ SE APROXIMAM POR CONVENIÊNCIA TIRANDO PROVEITO DAS PESSOAS DE BOA ÍNDOLE.ACHO QUE BATEU LEVOU É UM MODO DE NOS DEFENDER DE SE SENTIR MENOS HUMILHADO E RESOLVER AQUILO QUE FICOU ENGASGADO,POIS NINGUÉM TEM SANGUE DE BARATA PRA AGUENTAR CERTAS SITUAÇÕES CONSTRANGEDORAS E QUE PODEM DENIGRIR A NOSSA IMAGEM PERANTE OUTRAS PESSOAS.TEM QUE PENSAR 10 VEZES ANTES DE FAZER OS OUTROS DE OTÁRIO,CONCORDA!!!ATÉ.

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  14. Tenho usado esse texto para o meu dia-dia pois trabalho com o público,realmente tem me ajudado muito . Parabéns belo texto.

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